Tarefa 6 – Curso REP! – Veronica Pereira da Silva

Data

30 de julho de 2020

Cursista

Veronica Pereira da Silva

Função

Professora de educaçãoinfantil

DRE / Unidade Educacional

Itaquera

Escola

Parque guarani

 

Tarefa do respeitar é preciso

Veronica Pereira da Silva

Plano de anual

DOCE RECOMEÇO

Não é uma tarefa fácil pensar como será o retorno as aulas pós-pandemia, acredito que retomadas das aulas presenciais só ocorrerão depois que o contágio pela  COVID 19 esteja sobre controle.

Pensando na realidade do nosso CEI que atende 123 alunos de 0 a 3 anos de idade sendo dividida em berçário I e II, mini grupo I e II.

Lancei o convite para a coordenadora e colocou em pauta o tema de retorno as aulas,  as  reuniões com a  (associação de pais e mestres, conselho de escola e comissão interna de prevenção de acidentes )  na videoconferência  priorizamos os seguintes aspectos para esse retorno: dialogo  sobre as nossas inquietações e ansiedade de forma a nos prepararmos para um atendimento tranquilo e seguro para todos;  sermos flexíveis, estarmos abertos, não fazermos julgamentos, pois, não  sabemos  estará o público ( quais traumas sofreram durante o período da quarentena),  lugar de escuta atenta e sensível para atender suas necessidades,  para que isso ocorra de forma ampla e eficaz; iremos fazer mapeamento das necessidades das famílias assim podemos identificar suas reais necessidades e intervir.

A CIPA ( Comissão interna de prevenção de acidentes) elaborou um questionário  para mapear a situação da Covid 19 na comunidade  de posse desses dados poderemos articular nossas ações dentro e fora do  território  fiscalizando, cobrando, organizando junto com os demais departamentos apontando eventuais negligencias do protocolos sanitários e criando estratégias pedagógicas.. ( o questionário para os familiares  esta em anexo ).

Nossa primeira ação pedagógica será voltada para o  acolhimento que  implica num atendimento mais individualizado e também coletivo,  tempo necessário para que educadores e educandos e familiares  se conheçam melhor, estabeleçam vínculos afetivos,  de confiança e de segurança.

Focando nosso acolhimento dos bebês e das crianças que  estão no processo de desenvolvimento e não podemos negligenciar nenhum dos seus direitos, pelo contrário cabe a nos adultos zelar e cuidar da  integridade física, psicológica, emocional.

Sabemos que essa volta terá momentos de “choro” o qual faz parte nos primeiros dias, um olhar sensível e uma escuta atenta para observar as necessidades de cada um deles isso exige do educador: perseverança, envolvimento, entrega e  compromisso afetivo com cada criança.

Pensando na criança como um sujeito de direitos, dotado de capacidades e potencial para descobrir o mundo através da sua curiosidade, das relações com seus pares e com o ambiente em que esta inserida, minha intencionalidade  não é como algo definitivo e estático, pois a medida que as interações com o grupo forem acontecendo a própria turma indicará necessidades e percepções que deverão ser escutadas de modo sensível.

Ao longo do nosso ano letivo promoveremos situações onde as crianças  e os bebês participarão de experiências individuais e coletivas, integrando momentos com  a família, comunidade, ampliando assim suas relações tendo como foco o protagonismo da criança para que essa possa ser ouvida, instigada, criando situações de aprendizagem significativas.

Nesse contexto a criança participa ativamente na elaboração e execução das vivências, escolhendo materiais e brincadeiras que são do seu interesse. A   minha escuta auxilia  a conhecer, apoiar e encorajar as crianças em suas necessidades, promovendo aprendizagens. Assim elas através das situações vividas começam a planejar, levantar hipóteses, tomar iniciativa e decidir o que quer nas diversas situações; sempre de maneira segura para evitar o contagio.

As experiências dar- se- ão em todos os momentos da rotina, pois é necessário para a estruturação do tempo e espaços sempre seguindo os protocolos de segurança e higiene.

Nossa rotina é organizada da seguinte forma:

Acolhimento com cantos pedagógicos nos quais as crianças possam escolher livremente onde e como brincar.

Atividades diversificadas de pintura, modelagem, jogos, dentre outros, disponibilização de diferentes materiais, formas de encaixe e objetos do cotidiano. Estimular o conhecimento do seu corpo e de suas limitações por meio de brincadeiras, jogos, circuitos, e que possam criar relações de respeito e cuidado com o outro.

Os espaços são compreendidos como segundo educador, pois é um elemento essencial na promoção das aprendizagens dos bebês e das crianças e de seu desenvolvimento.

Todas as ações pedagógicas partiram do pressuposto do envolvimento e comprometimento  dos familiares, dos agentes de limpeza, grupo gestor, diretoria de ensino e da Secretaria Municipal de Educação e da sociedade em geral, se cada um fizer a sua parte  e cumprir as exigências sanitárias de segurança, garantindo a  proteção global de todas.

Conseguiremos garantir o direitos de todos  a saúde, segurança, bem estar e o desenvolvimento dos ideias da educação para os direitos humanos.

 

Mapeamento  com as famílias (formulários Google):

  1. Nome do bebê ou criança, agrupamento ou nome da professora:
  2. Quantas pessoas moram na residência?
  3. Como a criança chega a escola?
  4. Houve caso de Covid 19?
  5. Quem cuida da criança na residência?
  6. Você acredita que a escola será um local seguro para enviar seu filho, quando houver uma retomada as aulas presenciais, antes da vacina para a doença ser administrada?
  7. Você acredita que será possível o distanciamento social na escola, diante da atual estrutura da escola?
  8. Na sua opinião as aulas devem retornar?
  9. Sabendo que receberemos 1/3 da quantidade de bebês e crianças matriculados na Unidade devido a necessidade do distanciamento social, qual a sistema você acredita ser mais adequado a sua família? 2/4 ou 6 horas.
  10. Tem a intenção de retorno às aulas presenciais?