Tarefa 6 – Curso REP! – Valeria Paula Hespanhol

Data

21 de julho de 2020

Cursista

Valeria Paula Hespanhol

Função

ATE

DRE / Unidade Educacional

Pirituba / Jaraguá

Escola

Emef brig.henrique r.d. fontenelle

 

OUVIR OU ESCUTAR?

 

 

Justificativa: em nosso cotidiano, tão corrido, não estamos escutando as pessoas ao nosso redor. Por conta disso deixamos passar oportunidades tão expressivas à nossa vida.

Ao ouvirmos com atenção podemos entender o posicionamento do outro, mesmo que contradiga aquilo que você está pensando.

Todas as frentes da Unidade Escolar devem ser envolvidas nesta proposta, visto que sempre haverá conflitos, porém com uma boa escuta podemos entrar em um consenso, em que trabalhemos em equipe para o bem maior: O aluno.

Não há um tempo determinado para executar essa proposta, acredito que devemos estar fazendo esse trabalho de escuta sempre, será como uma rotina para um bom andamento da U.E.

 

Proposta para os funcionários:

 

Em primeiro lugar devemos envolver os profissionais da própria U.E., rever seus conceitos através de pequenas reflexões.

– Qual a importância da comunicação em seu dia a dia?

– Qual o maior desafio de comunicação?

– De que forma a boa comunicação, contribui para lidar com uma situação de conflito?

Existem três tipos de comportamento:

Agressivo, Passivo e Assertivo. Vou dar alguns exemplos;

1-Fico quieto quando gritam comigo para não gerar confusão.

2-Eu digo aos outros o que penso, mesmo que fiquem chateados.

3-Falo o que penso de modo claro, mas sem ofender ou agredir.

4-Sempre digo a verdade, mesmo que o outro não esteja preparado para ouvi-lá.

5-Procuro lidar com a verdade, mas avalio o momento adequado para dizê-la.

6-Eu evito entrar em discussões para ficar bem com todos.

7-Prefiro não contrariar as pessoas com quem trabalho e convivo.

8-Discuto com os outros em voz alta porque só se ganha no grito.

9-Não evito divergências, mas procuro resolvê-las sem prejudicar os meus relacionamentos.

 

Reflexão

Palavra chave: PONDERAÇÃO

-Evita conflitos;

-Minimiza ruídos na comunicação;

-Permite relações construtivas;

-Favorece autoconfiança, autocontrole e segurança;

Reduz ansiedade, estresse e frustação na comunicação.

 

 

Exemplo:

1: Esse relatório está muito ruim. Você pode fazer melhor.

2-Você é um bom Funcionário (aluno), tem um potencial incrível, mas esse relatório está muito ruim. Você pode fazer melhor.

3- Esse relatório está muito ruim, você pode fazer melhor. Você é um funcionário (aluno) e tem um potencial incrível.

Nos três exemplos eu falei exatamente a mesma coisa sobre o relatório. Disse que “está muito ruim”, mas cada uma dessas frases, tem uma conotação diferente. A primeira é a mais agressiva, enquanto a segunda é menos e a terceira fará seu liderado querer fazer algo melhor porquê você confia nele.

 

Levo o funcionário a identificar frases comumente utilizadas em seu dia a dia e o impacto e suas conquistas e em seu perfil de comunicador.

 

Então passamos a trabalhar com os alunos e suas famílias.

Preparar um pequeno questionário, simples, para ter um primeiro olhar na dinâmica familiar, e a partir daí aprofundar uma conversa, para dar voz ao sujeito de direito “O ALUNO”.

QUE SE INSTAURE UMA CONFIANÇA MÚTUA: ESCOLA; FAMÍLIA;ALUNO.

– O que vai bem?

– O que precisa mudar?

– Os pais conhecem seus filhos?

– Os filhos conhecem seus pais?

 – O que é respeito para você?

 

Convidar aos pais e alunos que participem de uma dinâmica de grupo com discussão sobre pequenos conflitos na escola e como cada um resolveria o problema, sem acusações, apenas tentando encontrar um senso comum para a solução do conflito.

Acredito que essa dinâmica deva ser separada por ciclos, pois a realidade de alunos do ciclo inicial e totalmente diferente do ciclo final.

Expor em murais e meios de comunicação o mapeamento de respostas ao questionamentos. Quais pontos críticos e quais os pontos positivos.

 

A partir dessas reflexões trabalhar com os alunos em todos os momentos, envolvendo-os em todos os questionamentos escolares. Por exemplo:

As regras de escola: porque as temos? Qual o sentido? Há possibilidade de mudança?

Não podemos impor as regras sem expor os motivos de tê-las.

Com isso aumentamos a estima do aluno e suas atitudes com relação à respeito mútuo e responsabilidades.

 

Plano de ação deve conter:

1- O que fazer?

2- Como fazer?

3- Quando fazer?

4- Quem fará?

5 – Com que recursos?

6 – Com quem podemos fazer parcerias?

7 – Prazo para realização?

 

Manter a escola aberta aos pais, alunos, comunidade para que, sempre que houver questionamentos possamos resolver em grupos.

Incentivar os grêmios estudantis, a participação nas APMs e Conselhos escolares.

 

 Finalizar o ano letivo com uma linda confraternização entre Pais, alunos e funcionários, verificando os pontos positivos e negativos da participação de todos, e o que podemos melhorar para que haja RESPEITO MÚTUO.

 

O RESPEITO CONSISTE EM RESPEITAR A OPINIÃO DOS OUTROS, MESMO QUE ESSA NÃO SEJA A SUA. (Frase do TCC de 9º ano de 2019)