Tarefa 6 – Curso REP! – Sonia Rejes de Simoni

Data

7 de agosto de 2020

Cursista

Sonia Rejes de Simoni

Função

Professor Ensino Fundamental II e Médio

DRE / Unidade Educacional

São Mateus

Escola

EMEF Benedito de Jesus Batista Laurindo - Pe Batista.

SONIA REJES DE SIMONI

RF: 646643-5

CURSO: “RESPEITAR É PRECISO! – A EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS E A ATUAÇÃO DAS COMISSÕES DE MEDIAÇÃO DE CONFLITOS”

  1. Dados de Identificação

1.1 – Denominação do Projeto: “Dê uma chance à paz”

1.2 – Unidade de ensino: EMEF Benedito de Jesus Batista Laurindo – Padre Batista

1.3 – Endereço: Rua Alfonso Ferrabosco, nº 52 – Bairro Parque dos Bancários – Distrito: Sapopemba

1.4 – Diretoria Regional de Ensino: São Mateus

1.5 – Coordenação do Projeto: Equipe Diretiva

1.7 – Responsáveis pela execução: Todos os educadores

1.8 – Duração: oito semanas

1.9 – Organizações da UE envolvidas: Conselho e APM

  1. Justificativa

Necessitamos refletir sobre os motivos da violência, destacando e estimulando ações que contribuam para a afirmação de uma cultura de paz, sendo uma tarefa de todos (família, escola e sociedade). Precisamos agir e contribuir para uma formação continuada, integral e significativa favorecendo o protagonismo dos alunos para a paz e o bem.

A escola vive um impasse, pois constitui-se, no imaginário coletivo, espaço privilegiado de formação dos educandos em diferentes faixas etárias. Seu papel é ir além da socialização do conhecimento. Dela se espera que socialize hábitos de relações intersubjetivas que, ao entrelaçarem no tecido social, conferem sustentação ao exercício dos direitos e deveres no convívio dos indivíduos e das comunidades.

O educador dentro de sua casa ou fora dela, necessita contribuir para uma sociedade mais justa. As ideias e as ações nunca podem ser absolutas, e as melhores são ainda aquelas habitadas pela instrução e a humildade. O educador da sala de aula, de modo especial, possui um espaço privilegiado para educar para a paz.

As causas para o crescimento da violência são muitas, destacando-se a conjuntura econômica do país, o desemprego, a falta de políticas públicas para jovens.

O debate sobre a violência escolar deve levar todo profissional da educação para seu compromisso com a construção de uma escola verdadeiramente inclusiva e de qualidade.

  1. Objetivos

– Analisar junto ao grupo (alunos, professores, funcionários, pais e comunidade) a construção das relações interpessoais, desenvolvendo em conjunto medidas para a prevenção da violência no cotidiano social.

– Identificar a natureza dos focos que geram a violência.

– Oportunizar momentos de busca, análise e ação-reflexão-crescimento.

– Criar estratégias que conduzam à vivência e atitudes cotidianas de paz.

– Buscar alternativas de paz, com ações transformadoras da realidade, acerca da situação     vivenciada no dia-a-dia escolar, propondo aos envolvidos uma nova visão frente à violência.

– Problematizar o currículo formal.

 

  1. Finalidade

Promover atitudes de respeito, cidadania e paz.

 

  1. Ações

– Diálogo, reflexão, elaboração do conjunto de regras para cada turma.

– Gestos concretos: com a família, com os vizinhos, com a comunidade.

– Contribuições práticas que promovem a paz.

– Gestos concretos: com os colegas, com os professores, com os funcionários e com as pessoas   que circulam pela escola (cartazes, poemas e outros).

– Confecção de frases com palavras que contribuem para a paz.

– Notícias (com paz/sem paz).

-Utilização de músicas e vídeos que promovam a cultura de paz, para sensibilização dos alunos.

 

  1. Avaliação

A avaliação será realizada de forma contínua e diagnóstica, com a participação de professores e alunos. Para tanto, temos os instrumentos de avaliação:

– Diálogos

– Registros de observações

– Autoavaliação

– Atividades escritas e orais

– Debates em grupos

– Mudanças de atitudes

– Repensar atividades pré-estabelecidas

– Participação e envolvimento.