Tarefa 6 – Curso REP! – Priscilla Cristine Coimbra

Data

28 de julho de 2020

Cursista

Priscilla Cristine Coimbra

Função

Pei

DRE / Unidade Educacional

São Miguel Paulista

Escola

Cei Conjunto Habitacional Texima

 

Continuação da atividade

Relação entre o que já acontece na unidade e o que aprendemos e e foco necessário para a saúde mental dos funcionários neste momento de pandemia .

Com o Respeitar é preciso .

Sabemos que cada escola tem suas peculiaridades , tanto pelo espaço que estão inseridas , quanto pela realidade das pessoas que ali se relacionam as diferentes interações , nossa unidade tem uma preocupação com as questões do meio ambiente , porem neste período de pandemia tivemos a necessidade de ter um olhar mais sensível com a saúde dos funcionários e o curso trouxe momentos de reflexão e praticas mesmo a distancia  puderam dar esse suporte de mediação de conflitos .

As formações do projeto Respeitar é preciso nos ajudaram a ter um olhar mais cuidados com empatia e bem estar para os funcionários , alunos, comunidade  antes do curso nosso foco era mais para o lado do meio ambiente , com a falta de funcionários por afastamentos os poucos que restavam começaram a ficar desmotivados pela demanda de serviços e pouca mão de obra sobrecarregando os demais .

Outro aspecto que o curso trouxe para nossas reflexões e aprendizados foram as questões de relacionamento interpessoal doenças emocionais que estavam acontecendo com funcionários da nossa unidade , principalmente neste período de pandemia , por dificuldades financeiras ou emocionais   casos de a importância da autoestima e da inteligência emocional, o quanto uma boa autoestima permite a autoproteção e o desenvolvimento pessoal e o quanto a falta dela, ou sua baixa, afeta a saúde, as relações sociais e a produtividade.

Para a maior parte das pessoas, o trabalho é um importante componente da vida, não apenas no sentido material, mas também em relação ao desempenho das atividades e para o contato social. Sabemos que o cotidiano do trabalho influi na vida e nas emoções das pessoas, nas relações consigo mesmo e com outros.

Conviver com o outro não é uma tarefa fácil, e conviver com o outro sem entender o comportamento de cada um é um grande desafio. Cada um de nós possui algumas noções sobre o comportamento e as reações das outras pessoas, e até já desenvolveu certa habilidade para lidar com as maneiras diferentes de cada um; porém, essas noções são empíricas e nos basearmos apenas no que “achamos” nem sempre é um bom caminho. Ao pensarmos essa interação de pessoas num ambiente organizacional, devemos considerar que as pessoas não funcionam como máquinas e, muitas vezes, o comportamento é diferente do que se espera. Isso porque, quando estamos em interação com outras pessoas, o funcionamento do ser de cada um é afetado, alterando o que se poderia chamar de “previsto ou esperado”.

Após aa considerações do curso tivemos um dialogo onde encontramos uma forma de auxiliar os funcionários e comunidade através de uma arrecadação de alimentos uma ação que envolveu a participação de todos para montar cestas básicas .

Outra ação após o curso se preocupando com a saúde emocional dos funcionários foi a criação de um grupo onde nele podemos trocar , mensagens de solidariedade onde aqueles funcionários que estavam angustiados , ansiosos e ate mesmo deprimidos encontram um meio de trocar essas experiencias, desabafos  um ajudando o outro .

Todos os estudos do curso Respeitar é preciso nos trouxe em relação ao contexto de pandemia em que vivemos, e do qual não temos clareza acerca de quando sairemos. Assegurar um nível mínimo de sobrevivência às pessoas que foram atingidas pelo desemprego crescente, que precisam ter acesso a tratamentos de saúde dignos, enfim, que estão mais vulneráveis nesse momento tão singular, nada mais é que obrigação de qualquer governo. Não se trata de caridade, de benevolências, mas de vontade política. Sabemos que muitos setores da economia estão sendo socorridos com ajuda financeira, caso dos bancos, dos hospitais privados e das companhias aéreas. Se há recursos para esses setores, tem de haver recursos para chegar à população de forma mais abrangente. Somente cobrando nossos governantes, nossos representantes, é que podemos ver avançar essa pauta tão urgente.

 

Muitas duvidas foram surgindo ao longo do curso em relação a aspectos que foram discutidos como a importância de um mapeamento , e a inclusão de todos os setores da escola e da comunidade e a importância de se criar um espaço diferenciado para os encontros e conversas sobre a mediação de conflitos e direitos humanos .

O curso foi muito enriquecedor onde nos deu caminhos a seguir para praticas pertinentes com as situações em que exige mais da nossa empatia .