Tarefa 6 – Curso REP! – Margareth Moreira Floria Baumgaertner

Data

24 de julho de 2020

Cursista

Margareth Moreira Floria Baumgaertner

Função

Diretor de Escola

DRE / Unidade Educacional

Campo Limpo

Escola

EMEI Deputado Salomão Jorge

Tema: O retorno escolar  durante o contexto pandêmico

Justificativa 

Considerando que a mediação de conflitos na escola é inerente ao trabalho pedagógico e perpassa o cotidiano antes mesmo do retorno às aulas, no contexto de pandemia, pois envolve discussões, reflexões e ações que passam por questões de princípios e  direitos , do respeito, da igualdade e da equidade entendo que o material apresentado no curso traz  possibilidade de ampliar olhares, conceitos no que diz respeito ao direito a vida,  saúde,  educação , alimentação, liberdade, direitos sociais, direitos de aprendizagem, enfim, possibilidade de exercitar a democracia participativa. Vivenciando o contexto escolar, na posição de diretora tenho convicção de que as ações precisam ocorrer antes, durante e após o retorno das crianças, das famílias e dos profissionais na escola. Dialogar sobre o retorno às aulas, implica na perspectiva da garantia de direitos e da execução das decisões coletivas conforme citação da pág 13 Caderno Democracia na Escola. Observando que determinados protocolos vislumbrados para a recuperação da economia migram para a educação, requer do coletivo da comunidade escolar autogoverno aproximando as famílias e funcionários para uma reflexão crítica e tomada de consciência das diferentes leituras que podemos fazer tendo como referência os grupos de poder e jogos de interesses dos diferentes atores neste cenário para uma tomada de decisão comprometida com o direito à vida. .

Objetivos:

Promover o exercício da democracia, da participação, envolvendo toda a equipe escolar e as famílias na discussão e tomada de decisão sobre  o retorno das crianças;

Auxiliar as famílias na tomada de decisão sobre sua criança frequentar ou não a escola a partir de uma consciência construída pela reflexão dos princípios e direitos do ser humano e da criança, respeitando a diversidade de contextos de cada família; 

Promover reflexões aos  profissionais que os auxilie acolher as crianças e as famílias exercitando a empatia, a escuta e minimizando julgamentos e preconceitos.

Envolvidos: Acredito que todos, tanto individualmente, quanto por colegiados de representação, terão oportunidade de ser protagonistas. Será realizado ações com os profissionais, com as famílias e crianças. No que tange ao  envolvimento dos colegiados serão convidados a participar e atuar o Conselho de Escola, a Associação de Pais e Mestres, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes , a Comissão de Mediação de Conflitos e o  Conselho Participativo Mirim. 

Resultados Esperados

A mediação de conflitos, no contexto escolar,  seja compreendida como papel  de todos os atores dos diferentes segmentos da escola e realizada respeitando a criança como sujeito de direito;

Escuta e acolhimento de todas as pessoas envolvidas no processo;

Cuidar e Educar as crianças com respeito 

Retorno  das crianças e famílias de forma acolhedora

Prevenir os conflitos decorrentes da ausência de respeito, em especial, aqueles agravados pela pandemia. 

 

Duração

Estimo ser durante todo o ano letivo uma vez que é processual.

Ações 

Inicialmente será um processo formativo, transitando pela coleta de dados que nortearão as ações seguintes, desencadeando outras ações, inclusive não previstas neste momento. Embora a incerteza do percurso permeia este momento de planejamento delinear algumas etapas e ações que neste momento julgo possíveis de acontecer.

1ª Ação – Cuidar da equipe

Considerando que todos são sujeitos de direitos e que neste contexto de pandemia a saúde emocional e mental é fator relevante para que possamos cuidar dos outros faz-se necessário pensar ações que auxiliem os profissionais manter o equilíbrio emocional e cuidar da saúde mental. Para concretizar esta ação são propostas:

Diagnóstico das   questões que causam ansiedades e angústias na nova rotina de Teletrabalho;

Feedback do diagnóstico através de dinâmicas e reflexões sobre questões que são possíveis de serem solucionadas individualmente, em grupo e aquelas que não dependem apenas de si mesmo;

Promover espaços de Escuta Acolhedora individual dos membros da equipe para conhecer  e fortalecer  vínculos, mediar o olhar positivo neste contexto e ouvir propostas para continuidade do trabalho;

Promover Rodas Terapêuticas, através de parceria com psicóloga, para toda a equipe escolar, incluindo quadro de apoio e funcionários de serviços terceirizados, tendo como proposta fortalecer a equipe para o enfrentamento de um possível retorno com os riscos que dele decorrem, num ambiente de respeito mútuo e coletivo.

2ª Ação – Formação

Promover reunião pedagógica com temática sobre a Mediação de Conflitos. Neste 1º encontro do ano utilizamos como referência a autora Telma Pileggi  Vinha. Leitura do capítulo 5 “Os conflitos entre as crianças e as sanções”, extraído do livro:O Educador e a Moralidade Infantil: uma Visão Construtivista. 

Oportunizar para toda a equipe a participação de lives que tratam sobre questões da discriminação racial, do direito da criança, do impacto da pandemia sobre as maiorias vitimas das desigualdades sociais; da importância dos movimentos de Resistência; (citar alguns links)

Proposta de leitura  dos cadernos “Respeitar é Preciso ” pela equipe de apoio (agentes escolares e Auxiliares Técnicos de Educação) nos espaços de Teletrabalho;

Promover, através de plataformas virtuais, encontros de toda a equipe para trocar as principais ideias apresentadas nos materiais propostos para formação

 

3ª Ação – Reflexões durante o trabalho remoto e a perspectiva do  retorno

Não na sequência, mas concomitante, dialogar com a equipe docente, com a equipe de apoio, com a equipe gestora, com as famílias e crianças sobre a perspectiva do respeito aos direitos da criança e respeito às condições das famílias. 

A- Escrita da “Carta de Intenções” coletiva a partir dos diálogos firmando os princípios que nortearão as ações pedagógicas:

A escola como um espaço educativo, de construção de conhecimento e aprendizagem, principalmente através das interações, coletivamente, uma vez que a faixa-etária que atendemos (4 e 5 anos) e ocorreu até o momento da pandemia. Reinventar a relação ensino-aprendizagem, partiu da necessidade de discutir e refletir no coletivo docente e gestão sobre algumas questões: Qual o papel da escola? Como ser professor neste contexto? O que queremos garantir para todas as crianças e famílias? E o que não queremos que aconteça? Como vamos ouvir as famílias? Como ouvir as crianças?  A partir de reuniões virtuais, a equipe discutiu e chegou a alguns pontos: O papel da escola é garantir o direito das crianças de brincar e aprender através das interações, logo, nossas propostas pedagógicas serão no sentido de ampliar as possibilidades de brincar junto com as pessoas que estão interagindo em casa; Como acreditamos que o professor não consegue interagir e fazer as mediações e intervenções pedagógicas online, uma vez que temos que respeitar que a criança não pode ficar exposta a telas por longos períodos, definimos que o papel do professor é dialogar com a família sobre a intenção das propostas pensadas; Definimos que para respeitar o direito de todas as crianças serem contempladas em nossas propostas teríamos o cuidado de propor a vivências possíveis de serem realizadas sem custo, aquisições;  Definido que não queríamos fazer na educação infantil EAD ou transformar os responsáveis pelas crianças em Professores e que não nos tornamos professores virtuais foi mais fácil continuar caminhando. O planejamento remoto, em tempo de pandemia,  ou no retorno epidêmico requer revisitar nosso Projeto Político Pedagógico e discutir o que dele não podemos abdicar. Este olhar implica encontrar alternativas para garantir as ações de combate a violência e a discriminação, de potencializar o espaço virtual para  valorização da população negra, para dialogar sobre a formação do povo brasileiro, a importância do povo indígena, combater a discriminação por raça, por gênero,  religião. Os fazeres pedagógicos via remoto serão norteados pelo respeito à infância, onde o brincar e a interação serão pilares, valorizando propostas de jogos,  brincadeiras, brinquedos da cultura indígena e africana, valorizando os vínculos familiares e  os vínculos com a natureza  e seus fenômenos, explicitando possibilidades diversas de modo que todas as crianças tenham condições de vivenciar as propostas. 

B- (Re)visita da Carta de intenções para ampliar os princípios e intenções no decorrer do período de teletrabalho;

C- Dialogar e provocar discussões sobre o direito e a equidade, uma vez que não será possível o retorno com todas as crianças:

Todas as crianças têm direito a educação e a escola deve garantir os direitos de aprendizagem. Além desta garantia como vamos fazer escolhas que respeitam a diversidade de necessidades que as crianças possuem  ao mesmo tempo que garantimos não discriminar ou aprofundar, pelas escolhas de quem frequenta e não frequenta, ou mesmo pelo tratamento dispensado àqueles que  virão para serem atendidos, as diferenças. Refletir sobre o texto introdutório,  apresentado na página 11-12 do caderno Diversidade e Discriminação, indagando-se e referenciando-o para tomada de decisão sobre quem vamos atender não será tarefa fácil.  Já é por si só um ato de violência, de genocídio calculado, pensar o retorno das crianças sem um antídoto reconhecido para o COVID-19. Creio que a situação de retorno para alguns e não para todos já implica em discriminação, pois é constituída por um grupo infinitamente diverso.Daí o entendimento de que dialogar com as famílias e profissionais dos diferentes segmentos da escola sobre o princípio da equidade seja o caminho, conforme destaca o texto apresentado, para  “desencadear um processo de formação ética e de construção de um olhar para o outro, voltado para a justiça, a diversidade e a igualdade”pág 16 do Caderno Diversidade e Discriminação.

D- Dialogar e provocar discussões para significar acolhimento e respeito com as crianças e famílias no retorno das aulas; 

 

4ª Ação – Mapeamento da comunidade escolar para nortear as ações pedagógicas e organização para  o retorno

Neste percurso é importante perguntar, escutar, ler as informações para diagnosticar os pontos fracos e fortes e assim orientar o planejamento das ações

  1. Mapeamento dos canais de comunicação para definição dos canais de comunicação com as famílias e educadores: 
  • Consulta às famílias para nortear o trabalho remoto. No primeiro momento a consulta às famílias, via telefone, em planilha com base  nas questões: nº de telefone para receber mensagens whatsapp, e-mail para contato, tecnologias que acessa (celular, computador, etc), tipo de acesso internet (fixo, móvel), internet móvel pré-pago/pós -pago; 
  • Consulta aos educadores sobre os dispositivos tecnológicos disponíveis
  • Questionário para escuta da família sobre formas de contato com a escola,  o acesso a internet e quem irá receber a proposta da escola e mediar com a criança, o conhecimento de uso tecnológico da pessoa que irá receber as postagens;
  • Questionário para escuta da criança e nas entrelinhas da resposta conhecer os espaços para nortear o planejamento.
  1. Levantamento das crianças matriculadas na unidade que possuem doença crônica ou são deficientes: 

Realizamos contato telefônico com as famílias das crianças deficientes e com doenças crônicas  para dialogar como estavam vivenciando este período de isolamento. No segundo momento dialogamos, através de um encontro virtual, com representante do CEFAI e educadores para  socializar o diálogo com as famílias e refletirmos sobre a importância de olhar para as potencialidades das crianças e apoiar as famílias, através do fortalecimento de vínculos e  diálogos sobre possibilidades de amenizar as dificuldades enfrentadas com as crianças, estimulando-as. Caminhar para este olhar mais individualizado, através dos planejamento de propostas que respeitam a necessidade da criança deficiente e sua família, neste momento, não é tarefa fácil, pois na prática precisamos vencer a desumanização das relações e dos fazeres pedagógicos. 

 

  1. Mapeamento dos e-mails das famílias para ampliação dos canais de comunicação; 
  2. Mapeamento dos funcionários, servidores e crianças que possuem comprometimento na saúde e não é recomendado o retorno;
  3. Mapeamento dos espaços físicos e adequações necessárias para o retorno das crianças com segurança;
  4. Mapeamento dos materiais pedagógicos presentes na unidade e suas possibilidades de uso no contexto de retorno epidêmico;
  5. Levantamento de aquisições necessárias (materiais pedagógicos, serviços, etc)
  6. Mapeamento dos espaços físicos que o território oferece para ampliar as possibilidades de  áreas abertas ou outros equipamentos e recursos
  7. Mapeamento das crianças que as famílias desejam o retorno imediato
  8. Mapear a intenção de retorno das famílias com os critérios estabelecidos pelo governo e promover a discussão com a comunidade escolar para garantir o atendimento de maneira equitativa

 

 5ª Ação – Espaços de escuta com as famílias, educadores e funcionários

  1. Acompanhamento das devolutivas e questionamentos das famílias, via whatsapp, para orientações 
  2. Contato via telefone com as famílias das crianças com doença crônica ou deficiente para dialogar sobre como estão, quais as principais necessidades neste momento e quais as principais dificuldades de interação com a criança
  3. Encontros virtuais com as famílias para acolhimento: Como estão? Como as crianças estão? Como está sendo o isolamento? As crianças estão apreciando as propostas enviadas pela escola? A família tem enfrentado dificuldade para realizar as propostas? quais dificuldades?
  4. Consulta às famílias e aos educadores (professores, equipe de apoio) para encaminhar discussões sobre o retorno através de questões que poderão ser respondidas via formulário google docs ou entrevista por telefone. As questões iniciais: A Considera seguro a criança retornar à escola neste momento? Considera a escola um espaço seguro para a saúde da criança e dos adultos? Qual a necessidade da criança retornar para a escola? Sabendo que não poderão retornar todos ao mesmo tempo, qual critério a escola deve escolher para decidir quem retorna imediatamente?
  5. Encontros virtuais e presenciais com as famílias e educadores sobre os números COVID-19, opinião de especialistas, protocolos recomendados, contexto do território,   a fim de garantir o direito ao conhecimento para tomada de decisão consciente

 

6ª Ação – Participação da equipe, dos segmentos da escola, dos colegiados, das famílias e da parceria com o território

A partir do(s) mapeamento(s)  será possível realizar devolutivas para o grupo e pensarmos juntos as ações, ora em pequenos grupos (colegiados), ora coletivamente, ou seja, grupos por segmento ou toda a comunidade escolar, a fim de fazer os encaminhamentos e realizar as ações. 

Conforme citado na pág. 19 do Caderno  Democracia na Escola “A participação tem uma dimensão pessoal que envolve tomar para si a responsabilidade para com o coletivo”, a primeira equipe a pensar neste momento foi a equipe gestora, assumindo a autoridade e responsabilidade citada na pág 13 do referido caderno. Sempre assumindo a postura de coordenar a equipe provocando novos olhares, criando condições para a participação e escuta, socializando as diferentes opiniões e mediando a tomada de decisões com a intencionalidade de garantir as ideias que caminham na direção do respeito, da inclusão, do acolhimento daqueles que estão tangenciando o processo.

Para o retorno, imagino que não sozinha,a Comissão de Mediação de Conflitos será protagonista das relações amistosas, criando canais de comunicação que dialoguem com as famílias sobre a justiça e a equidade como princípios que permeiam os conflitos de quem retorna e quem não retorna para a escola.  Conforme citado na pág 21 do Caderno Democracia na escola “Compreender toda a gama de sentimentos e expectativas desse momento é fundamental para acolher e tranquilizar as crianças e suas famílias”, mediando  o diálogo com as famílias

Toda a comunidade escolar, através de reuniões virtuais e presenciais, questionários para consulta , grupo de whatsapp,  participará da organização da escola para o atendimento no retorno. O Conselho de escola terá um papel fundamental neste contexto de retorno deliberando, acompanhando e propondo sobre as ações, as normas e procedimentos, discutidos e propostos pelos diferentes segmentos da comunidade escolar, observando a segurança de todos, respeitando e/ou adequando as orientações da OMS e SME, bem como, a continuidade do Projeto Político Pedagógico, as ações pedagógicas, administrativas e financeiras da escola, auxiliando inclusive a mobilização do território para ampliar o trabalho além dos muros da escola 

A Associação de Pais e Mestres  tem o papel de executar, através dos recursos financeiros disponíveis para a escola, as aquisições e serviços necessários para garantir as ações pedagógicas, o atendimento com segurança e o uso dos recursos respeitando as legislações vigentes, fiscalizando os serviços e documentos fiscais. 

As famílias convidadas a participar, através das reuniões virtuais, consultadas através de formulários google docs, e-mails e mensagens poderão se autoajudar no processo de lidar com as crianças em tempo de isolamento social trocando experiências, bem como participar das discussões, manifestar suas ideias, expectativas e assim participar do processo de retomada do atendimento. A possibilidade de aproximação através dos canais de comunicação virtuais apresenta seus entraves, como por exemplo o acesso das famílias, por outro lado possibilita flexibilização de horários para toda a comunidade escolar. 

A CIPA representa na escola o segmento que poderá intensificar as ações de prevenção delineadas pelo grupo, pelas orientações da OMS e da SME, fazendo o papel de acompanhar, avaliar e buscar outras alternativas com base nos resultados apresentados.

Temos como intenção a retomada do Conselho Participativo Mirim na nossa unidade escolar. Acredito que enquanto equipe gestora ouvir as crianças, realizar devolutiva da escuta, planejar e realizar as ações com as crianças ressignifica os fazeres para a comunidade escolar como um todo e torna os pequenos protagonistas e multiplicadores, fiscais das ações e co-responsáveis.

As Redes de proteção também são necessárias tanto para apoiar a comunidade escolar no aspecto emocional e social quanto para acompanhar as ações de prevenção e de encaminhamentos caso haja contaminação. Acredito que neste tempo de retorno a comunicação quando os equipamentos de saúde, os equipamentos sociais e o Conselho Tutelar serão intensificados, pois através do mapeamento, para definir quem serão os 35¨por cento que retorna, e  no contato direto com as famílias a unidade educacional poderá contribuir com as famílias que estão em maior vulnerabilidade, orientando-as procurar os serviços e vice-versa. As parcerias serão outro ponto de destaque ao pensar as ações para o retorno. Reconhecer os espaços  e dialogar com as lideranças destes espaços poderá ampliar a possibilidade de educação além dos muros da escola. Talvez a pandemia vem para alavancar esta proposta de educação integral, de escola como um dos equipamentos do território que pode tanto sair para fora de seus muros, como deixar adentrar-se. 

Outro olhar que a unidade terá que se atentar é o Regimento Escolar, pois as normas foram acordadas para um tempo que a interação sem restrição permitia atitudes que neste contexto de retorno pandêmico não serão mais ideais para a segurança da saúde. Assembleias para discussões democráticas permitirão a corresponsabilização de todos e maior respeito às regras diminuindo os conflitos. 

Avaliação

Comunicação com os servidores: acompanhamento da leitura e devolutiva de mensagens whatsapp, e-mails;

Comunicação com as famílias: acompanhamento da entrega de mensagens via whatsapp e via e-mails; levantamento do número de famílias que lêem as mensagens; contato telefônico para confirmação do recebimento e  acompanhamento das postagens.

Sinceramente não consigo visualizar muitas propostas para fazer a avaliação. No contexto presencial na escola temos a prática de mapear os registros no livro de ocorrência para identificar onde precisamos colocar foco. Também observamos as relações nos diferentes espaços da escola para planejar a temática de formação dos nossos encontros pedagógicos. Outro ponto que orienta as ações são os espaços e materiais, pois muitas vezes a organização favorece os conflitos nas relações.

Esta apresentação foi utilizada na 1ª reunião pedagógica tendo como intenção a educação em direitos humanos