Tarefa 6 – Curso REP! – Marcia de Fatima Batista Gomes Vieira

Data

30 de julho de 2020

Cursista

Marcia de Fatima Batista Gomes Vieira

Função

Professor de Educação Infantil 8

DRE / Unidade Educacional

Penha

Escola

CEI Delson Domingues

Boa Noite, Celinha.

Segue a tarefa com a reflexão.

Estou muito grata em participar do curso.

 

 

Realizar uma proposta de ação Tarefa do respeitar é preciso

 

A proposta surgiu a partir da questão de como a comunidade vê e utiliza a escola. Percebe-se que a escola virou passagem por muitos adolescentes, jovens e até mesmo adultos, pulando o muro para cortar caminho. E muitas vezes fazendo uso do espaço da escola de modo inadequado.

A situação do nosso CEI Delson Domingues que está tendo constantes invasões de pessoas que usam o espaço do “Parque” para vários fins, um deles é empinar pipa, e acabam deixando várias linhas de cerol espalhadas, restos de pipas quebradas, bituca de cigarro, lata de cerveja e até pino de cocaína, pulam o portão, deixam marcas de pés nas paredes (recém pintadas) sobem no telhado que também passou por reforma geral a pouco tempo.

A nova equipe representada pelos membros da comissão de mediação de conflitos e a líder comunitária estarão envolvidos para que de acordo com as demandas que irão surgindo nós vamos decidindo e encaminhando para os órgãos competentes seja eles a para a  própria prefeitura, DRE, SME, subprefeitura, conselho tutelar, CRASS, GCMS etc.

Sabemos que nós não iremos solucionar todos os problemas da escola, porém vamos mediar todas as situações e encaminha-las.

Os membros da comissão de mediação pensaram na possibilidade em altear o muro, porém se levantar o muro vamos tirar o sol de quem mora ali bem próximo na passagem, precisamos conversar com os moradores e ver o que podemos fazer para impedir a passagem, não queremos enfrentar a comunidade, porém precisamos que eles entendam que é preciso respeitar e que ali não é passagem.

Oportunidade para que os adolescentes, jovens e adultos que utilizam os espaços escolares de forma inadequada, entendam a importância do local organizado, limpo e conservado para que as crianças matriculadas na Unidade Escolar possam usufruir sem riscos. Assim eles praticam a solidariedade para preservar o local onde seus irmãos, primos e até mesmo filhos frequentam.

Precisamos que as pessoas saibam respeitar o espaço que é de todo mundo, o CEI é da comunidade, precisamos fazer entende-los que é deles, não é um espaço proibido, mas para se apropriar do território precisa ter regras, respeito e responsabilidade.

Relatamos a ela a dificuldade que estamos tendo de manter o prédio da escola por conta das constantes invasões de pessoas que usam o espaço do Parque para vários fins, um deles empinar pipa, e acabam deixando várias linhas de cerol espalhadas, restos de pipas quebradas, bituca de cigarro, lata de cerveja e até pino de cocaína.

 

A senhora Dânia se colocou à disposição e disse que compreende o problema causado pela comunidade dentro da escola, e que não compactua com este tipo de comportamento e vai conversar com a comunidade para que isso pare de acontecer, disse também que vai fazer um movimento com a comunidade (um abaixo-assinado) para solicitar que a Prefeitura aumente o muro da creche, porque ela entende que os muros baixos deixa a escola muito vulnerável.

 

E foi enfática em dizer que nós enquanto escola, não precisamos ter preocupação da comunidade não ter local de lazer, pois estes locais estão sendo conquistados pela própria comunidade, e citou alguns lugares como o campo, uma praça e uma outra área onde será colocado o parque para as crianças, e reforçou dizendo que não tem nada que justifique o uso indevido do prédio escolar.

 

A duração seria o acordo com a comunidade e a construção do alteamento. Pra a verificação do resultado seria o trabalho construído e o uso respeitoso do espaço.

Após surgir a proposta de como a comunidade utiliza o espaço externo da escola, a comissão de mediação de conflitos e a líder comunitária buscou uma melhor resolução para o problema em questão. Visando um conceito harmonioso que justifique o bem comum de ambas as partes.

Acreditamos que a comunidade possa ver de outra forma o espaço da escola de maneira respeitosa praticando os cuidados, observando ser esse espaço para o agir, movimento e lazer das crianças entre outras atividades.

Os membros da comissão pensaram na possibilidade de altear o muro como sendo uma solução cabível, porém houve a preocupação em limitar os raios solares que o espaço da comunidade recebe.

A líder comunitária argumentou demonstrando sua visão e segundo a mesma, a comunidade já conquistou outras áreas para seu lazer e que o espaço externo da escola é naturalmente direcionado as crianças da escola.

Nosso objetivo é alcançar o entendimento da comunidade, fazer com que percebam que o espaço não é proibido, mas deve ser tratado com respeito observando regras e com responsabilidade.

Sabemos que na prática não é um caminho muito fácil, mas com pautados do diálogo e respeito de ambas as partes esperamos alcançar nosso objetivo.

Acredito que os resultados dependem primeiro da realização da parte da prefeitura/ DRE etc. Que ao altear o muro essas pessoas não utilizam como passagem, que possa adentrar pelo portão para utilizar o parque como quintal nos finais de semana. E a conscientização da comunidade no bom uso do espaço. Lembrando de respeitar o local e deixá-lo limpo.

Assim, acredito que a melhor perspectiva em busca de uma solução adequada ainda é o diálogo para uma real conscientização. Ainda estamos esperando um retorno da líder com o abaixo-assinado.

O curso permite vermos a problemática de outros ângulos e isso nos acrescenta. Auxilia com suas leituras e trocas de experiencias de todos os participantes nos deu alguns subsidio para chamar e dialogar com a comunidade.