Tarefa 6 – Curso REP! – Isabel Maria Sabino Fernandes

Data

5 de julho de 2020

Cursista

Isabel Maria Sabino Fernandes

Função

Prof Ed Inf

DRE / Unidade Educacional

Campo Limpo

Escola

CEI Vila Praia

 

ALUNA: ISABEL MARIA SABINO FERNANDES

ESCOLA: CEI VILA PRAIA – EMEF MARECHAL DEODORO DA FONSECO

DRE: CAMPO LIMPO – DRE BUTANTÃ

 

PLANO DE AÇÃO “MEDIAÇÃO DE CONFLITOS”

OBJETIVO GERAL

Que as práticas educacionais promovam um clima de respeito mútuo na escola, no sentido de afastar as possíveis violências psicológicas, institucionais, simbólicas e físicas do cotidiano escolar e, assim, garantir um ambiente potente de aprendizagem para todas e todos.

 

OBJETIVO ESPECÍFICO

Promover o diálogo e construir regras no coletivo;

Dar autonomia aos alunos e estabelecer formas de intervenção;

Conhecer e compreender as práticas de mediação e utiliza-las de forma a validá-las;

Refletir sobre o respeito, a cooperação e a solidariedade e debater maneiras não violentas de reagir a situações diversas.

 

PARTICIPAÇÃO

Todos os envolvidos nesta Unidade Escolar. Gestão, docentes, grupo de apoio, responsáveis pelas crianças, rede de colaboradores, Grêmio, Conselho de Escola, APM.

 

RECURSOS

Materiais oferecidos pelo Instituto Vladimir Herzog “Respeitar é preciso” e Decretos da SME;

Excertos de filmes para reflexão de determinadas situações;

Computadores;

Tv;

Projetor, etc.

 

CRONOGRAMA

O trabalho será realizado durante o ano todo.

As assembleias serão quinzenais. (Ou sempre que se fizer necessário).

 

ETAPAS

 

– Inicialmente faremos reuniões com a equipe de Mediação de conflitos para se iniciar essa cultura de Educação em Direitos Humanos. ”A Mediação de Conflitos é tomada aqui como uma ideia, uma concepção para orientar as práticas cotidianas de todos os educadores e, com isso, construir uma cultura educacional para compreender e atuar nas situações do dia a dia baseada em um espaço de informação, interação e construção conjunta no ensino dos valores da dignidade humana, da justiça, da solidariedade e do respeito mútuo.”

 

– Reuniões com os “Adultos da escola, todos considerados educadores, para a reflexão, o planejamento e o desenvolvimento de ações na escola, sejam elas de adequação de rotinas, planos de aula, atividades com os alunos, com os pais, entre outras.”

Nessa reunião os participantes aprenderão que existe: “O Decreto n. 56.560/2015 que dispõe sobre as atribuições da CMC.- Art. 5.º – A Comissão de Mediação de Conflitos (CMC) que terá as seguintes atribuições:

I – mediar conflitos ocorridos no interior da unidade educacional que envolva educandos e profissionais da educação;

II – orientar a comunidade escolar por meio da mediação independente e imparcial, sugerindo medidas para a resolução dos conflitos;

III – identificar as causas das diferentes formas de violência no âmbito escolar;

IV – identificar as áreas que apresentem risco de violência nas unidades educacionais;

V – apresentar soluções e encaminhamentos à equipe gestora da unidade educacional para equacionamento dos problemas enfrentados“.

 

– Reuniões agora com os professores e os alunos. Cada professor coordenador de sala com sua turma. Para fazer o mapear o clima escolar, estabelecer combinados e fazer os levantamentos para se iniciarem as assembleias.

 

– Reuniões com os responsáveis para se ouvir todos os segmentos que atuam na Unidade Educacional.

 

INICIATIVAS

“Orientar para que as CMCs iniciem sua atuação com um trabalho coletivo da escola em torno de suas práticas cotidianas e centrado na questão do respeito mútuo, fundamental para desenvolver boas práticas de Mediação de Conflitos, assim como promover uma cultura da Mediação de Conflitos. Criando um solo favorável a práticas democráticas de construção coletiva de significados que oferecem resposta a uma crítica importante que algumas experiências de Mediação de Conflitos escolares.

“A Mediação destaca o conflito como oportunidade para transformação do padrão de relações, oportunidade para transformação do status quo: onde havia violência, permitir que se desenvolva o respeito mútuo. Afirmação dos valores dos Direitos Humanos nas práticas cotidianas.”

“A cultura da mediação de conflitos deverá constituir-se em tema de amplo debate na Unidade Educacional, vinculado ao seu Projeto Político-Pedagógico, ao currículo e às ações de formação, visando à construção de práticas mais justas no ambiente escolar e baseado no diálogo, na prevenção e na gestão de conflitos. A cultura de diálogo e respeito precisa ser alimentada. Na verdade, é possível dizer que essa cultura começa com a possibilidade de fomentar o interesse da escola em relação às crianças e suas famílias, bem como das famílias, da comunidade e das crianças em relação à escola. A teia de interesse, cuidado e proteção que pode se desenvolver durante a vida escolar (essa cultura escolar de respeito e diálogo) pode ser a sustentação para que relações mais respeitosas se desenvolvam e o encaminhamento de conflitos aconteça de forma mais justa e cuidadosa. É preciso ter sempre claro que mediar conflitos na escola significa trabalhar com a cultura escolar.”

AVALIAÇÃO

Ouvir os alunos nas salas de aula, ouvir as assembleias e perceber as atitudes renovadas dos alunos, professores e equipe.