Tarefa 6 – Curso REP! – Erley Pereira dos Santos

Data

7 de agosto de 2020

Cursista

Erley Pereira dos Santos

Função

Professor PEB IIGeografia

DRE / Unidade Educacional

Campo Limpo

Escola

Prefeito Adhemar de Barros

Inclusão na Escola:O uso do R.P.G como estratégia para a inclusão de alunos portadores de deficiência.

Introdução 

O que é RPG?

 O jogo de RPG sigla em inglês para, “Role Playing Game” . Refere-se a um jogo de interpretação de personagens, aonde o responsável pela elaboração das aventuras ” o mestre”, vai conduzir os jogadores durante a histórias. Os jogadores assumem outras identidades e características e as ações destes personagens são definidas pelo raciocínio, decisões coletivas e os resultados dos dados. Este jogo permite uma grande interação entre os participantes e fortalece vínculos uma vez que pode ser conduzido para que o coletivo seja vencedor de acordo com suas características.

Justificativa

Por quê o R.P.G voltado para a inclusão dos educandos portadores de deficiência?

Minha escola possui uma grande quantidade de alunos portadores de variadas deficiências, entre motoras e intelectuais. Sendo assim, precisamos criar uma esfera acolhedora desses educandos ao mesmo tempo em que a aprendizagem permita explorar suas potencialidades. No coletivo escolar temos que visar um espaço democrático de respeito e inclusão.  O projeto deverá partir de uma metodologia de ampla participação de todos os atores do ambiente escolar, os alunos participarão tanto na elaboração dos personagens como também das histórias e cenários. O corpo docente poderá participar através da leitura de histórias, auxílio na elaboração dos cenários e na mediação de pesquisas. Os demais funcionários da escolas constituem em uma rica fonte de informação de pesquisa para a composição de histórias e personagens. Os responsáveis poderão dar auxílio nas etapas que serão encaminhadas para a elaboração em casa e na participação nas apresentações do projeto, jogando junto com os grupos de alunos.

Finalidade

Além de contribuir para o conhecimento de diferentes tipos de deficiências físicas e intelectuais os personagens e as histórias possibilitarão aos envolvidos a se colocarem no lugar do outro ao mesmo tempo em que contarão com o auxílio de todos os envolvidos.

Objetivos

No desenvolvimento do projeto espero que os envolvidos possam tanto passar por um processo de auto conhecimento como também conheçam as diferentes características que compõe o outro. Serão inseridos em um contexto em que terão necessidade de criar estratégias  dentro de suas limitações e encontrar alternativas para a solução dos problemas.  A participação de todos os alunos dará a possibilidade para que aqueles muitas vezes esquecidos em sala sejam protagonistas.

Duração

Previsão de um mês entre a elaboração dos personagens, das histórias e dos cenários até a execução da primeira aventura.

Ações

Na elaboração dos a personagens os alunos deverão considerar as características que serão pré- estabelecidas nas fichas, ou seja, cada personagem terá um tipo de deficiência e na escolha dos seus atributos o grupo responsável deverá considerar suas características. Durante a elaboração da aventura será discutido sobre a acessibilidade dos personagens  nos diferentes cenários assim como a observação dos mapas e plantas dos lugares e como os diferentes envolvidos farão a interação com o ambiente criado. Após esta fase no grupo de alunos serrá escolhido o “mestre”, ou seja, aquele que irá conduzir a aventura.

Avaliação

A participação oral na elaboração do jogo, a interação com o grupo, e as pesquisas previamente discutidas.