Tarefa 6 – Curso REP! – Elizabeth Pereira Santos

Data

22 de julho de 2020

Cursista

Elizabeth Pereira Santos

Função

PEIF I/PROFESSOR

DRE / Unidade Educacional

Freguesia do Ó / Brasilândia

Escola

EMEI ANTONIO CALLADO

PLANO DE AÇÃO  EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS E A ATUAÇÃO DAS COMISSÕES DE MEDIAÇÃO DE CONFLITOS.

É difícil pensar em retornar em um momento tão atípico, apesar dos índices da doença revelar que não é o momento da volta, temos que pensar quais serão nossas ações pós pandemia.

Refletindo sobre as temáticas discutidas na Educação em Direitos Humano, nossas ações devem estar pautadas em uma escola respeitosa para todos, ações que sensibilizem e promovam reflexões sobre respeito e a diversidade.

Na escola que atuo já elaboramos um mapeamento no início do isolamento para saber como estava sendo o isolamento para cada família, o questionário foi enviado por WhatsApp. Este primeiro mapeamento revelou o que já imaginávamos, dificuldades financeiras, escassez de itens básicos, a alteração emocional ocasionada pelo isolamento e a mudança brusca e repentina da rotina, além do difícil ou o não acesso à internet que impossibilita o acesso as atividades propostas pela unidade escolar.

Com estes dados iniciais criamos uma rede solidaria e elaboramos o relatório de escuta solicitado pela Diretoria de Ensino.

As nossas próximas ações estão embasadas nos protocolos de retorno que estão sendo discutidos e elaborados pelos órgãos competentes. Antes do retorno devemos realizar  um novo mapeamento para saber quais famílias irão retornar as aulas presenciais, qual a sua opinião sobre este retorno e quais ações elas sugerem.

A primeira etapa desse retorno às aulas presenciais será em torno da inquietação  em entender como cada pessoa está voltando depois desse período distante e sobre as que vão optar por não voltar. A escuta sobre como foi a vivência da quarentena para cada indivíduo, quais são as repercussões emocionais e físicas do que foi vivenciado, carecerá ganhar espaço para ser dito e ouvido.

Precisaremos desenvolver uma escuta e olhar atento para as mudanças de comportamento de todos que estarão à nossa volta e vamos ter que reinventar nossa forma de nos relacionarmos, já que teremos restrições de contato e devemos manter o distanciamento.

Neste momento teremos que fortalecer nossos vínculos estreitar as relações o fortalecimento das redes familiares, que consiste na ideia de pensarmos como a escola e as famílias podem se apoiar nesse momento do retorno, entendendo que será um processo gradual e distinto para cada segmento.

A escola poderá fazer uma rede de acolhimento para indicação de um acompanhamento psicológico de quem tiver necessidade, sugerindo uma lista de lugares.

Essas ações serão discutidas e reavaliadas conforme as orientações dos órgãos competentes e o desdobramento da pandemia.

 

Elizabeth Pereira Santos

RF: 801.131.1