Tarefa 6 – Curso REP! – Elisangela Ferreira de Medeiros Santos

Data

30 de julho de 2020

Cursista

Elisangela Ferreira de Medeiros Santos

Função

PEI

DRE / Unidade Educacional

Penha

Escola

CEI EDNA ROSELY ALVES

PROPOSTA DE ACOLHIMENTO PÓS PANDEMIA – MEDIAÇÃO DE CONFLITOS

Justificativa :Para começar, faz-se necessário, conversar com a equipe de mediação de conflitos previamente, a fim de viabilizar meios/ações para o enfrentamento à volta as aulas, com intuito de minimizar os impactos causados pelos muitos ocorridos durante o tempo no distanciamento social.

1ª Ação: Acolher, num primeiro momento, a equipe de funcionários da unidade, desde a gestão ao apoio, visando a coleta de dados para traçar um gráfico do estado psicológico e emocional de cada um, não deixando passar desapercebido as perdas e superações, tal como as possíveis sequelas enfrentadas nesse momento crítico.

Essa prática, faz-se necessária, pois vai nos direcionar quanto ao estado em que cada indivíduo está, se está em condições emocionais de voltar ao trabalho e acolher as famílias ou ainda pontuar as necessidades mais gritantes para uma possível intervenção mais eficaz.

2ª Ação: Separar um local, onde possa ser feito um acolhimento e escuta aos familiares e alunos que sentirem necessidade de expor suas dúvidas, temores, inquietações ou questionamentos sobre a real situação.

Esse acolhimento e escuta, poderão ser feitos logo no início da volta as aulas, ou ainda no decorrer de todo o ano letivo, podendo se estender ao outro ano ou sempre que necessário, e acredito que será!

Para que essa escuta seja efetiva e pontual, alcançando realmente os que necessitam, será de extrema importância a sensibilidade do professor no decorrer de suas aulas, para detectar possíveis comportamentos dos alunos e/ou de seus familiares, que evidenciem que há necessidade de encaminhamento a essa escuta, é claro que o professor, por estar mais próximo do aluno, fará as primeiras intervenções, tentando detectar o que está inquietando o sujeito, mas acredito que devido a tudo o que estamos vivendo, algo além poderá dar outros rumos na tentativa de prevenção de muitas outras coisas, sejam elas de ordem emocionais ou não, dando suporte e assistência necessária no momento, dentro do possível.

3ª Ação: Elaborar, junto à equipe pedagógica, uma prática de boas-vindas, onde poderão acontecer: oficinas, palestras, danças, vídeos, exposições de fotos, direcionados a toda comunidade escolar, com incentivos e ressaltando a valorização de momentos significativos, incluindo temas relevantes sobre  direitos humanos, com ênfase na empatia e escuta. Tudo obedecendo as normas de distanciamento social, uso de máscara e álcool em gel e com turmas de números reduzidos de pessoas para evitar aglomerações (poderá ser feito por turmas, em horários previamente agendados).

Essas práticas, deverão ser planejadas, pensadas e preparadas, junto com as crianças, poderá ser realizada quinze dias ou um mês apôs o retorno, ou ainda mais pra frente, caso a equipe achar necessário. Cabe aqui ressaltar, que as crianças poderão confeccionar, junto com sua turma e professores, cartazes coletivos a serem expostos nos murais ou corredores da unidade, em se tratando de educação infantil, a marca da criança é imprescindível.

Concluindo: A equipe de mediação de conflitos, atuará constantemente, com encontros previamente agendados, discutindo e se preciso, replanejando suas ações e o modo como estão reagindo ao novo normal, sempre priorizando o acolhimento, a escuta e a prevenção de possíveis impactos causados por conflitos não mediados de forma  a não prejudicar o bom andamento do trabalho como um todo, compartilhando com toda a comunidade escolar os resultados e criando espaço para que novas estratégias sejam traçadas.