Tarefa 6 – Curso REP! – Daniela Cabrerisso Hilario

Data

7 de agosto de 2020

Cursista

Daniela Cabrerisso Hilario

Função

Professora

DRE / Unidade Educacional

Itaquera

Escola

CEI Jacarandá

Curso – Respeitar é preciso

 

Daniela Cabrerisso Hilario, RF. 741.440.4/2 – CEI Jacarandá – DRE Itaquera

 

De acordo com as propostas do curso, com todo o material apresentado e pensando numa efetiva Educação em Direitos Humanos, pude perceber que muito precisa e muito pode e deve ser feito e a escola é, sempre foi e sempre será o melhor ambiente para se plantar essa semente. Temos no cei onde trabalho uma Comissão de Mediação de Conflitos e conversando, até por que no começo, não entendia muito bem a função dessa comissão dentro de um cei, tendo em vista que entre os bebês e crianças a resolução de conflitos se da na hora e de maneira simples e natural, com o estudo do material e observação, inclusive de recordações, o trabalho desta comissão vai além de mediar, ele visa principalmente evitar que esses aconteçam, comecei a entender a real função.

Quando convivemos em um espaço com muitas pessoas, com pensamentos e personalidades diferentes, temos que ter o cuidado, saber falar e ouvir, temos que entender que, nem sempre nossa opinião é a melhor, nossa sugestão é a mais adequada e que, mesmo quando as coisas não são como gostaríamos devemos nos esforçar e trabalhar, com empatia e respeito para que deem certo.

Dentro desses espaços coletivos, nas U.E., não só no cei, mas também em outras escolas por onde passei, muitas vezes pude notar grupos separados, onde uns se sente melhores ou piores que os outros, isso é algo que me incomoda.

Então, a ideia seria, um projeto de estudos, baseado nos cadernos do respeitar é preciso, com ênfase em direitos humanos e o respeito mútuo, que envolvesse todos os funcionários da escola e algumas ações, algo que também atingisse alunos e responsáveis o que tem sido um desafio, trazer os pais para a escola.

A primeira sugestão é, fazer o mapeamento, atividade proposta na aula três para mapear os locais da escola onde cada um se sente mais ou menos respeitado, daí partir para uma discussão do porquê se sentem assim e como poderíamos mudar isso. A proposta do mapa dos sonhos, para termos um mural do que queremos, analisando com respeito e empatia o que é real, ideal e possível. E, já, numa conversa informal com a CP, mas que já ficamos de explanar o assunto e trazê-lo também para as horas de estudo, um material sobre comunicação não agressiva.

Dividir com as famílias esse conteúdo e sugerir a participação deles na elaboração do material, assim como acontece nos Indicadores de Qualidades.

 

Justificativa:

A ideia de trabalhar o respeito mútuo vem de uma observação, analise de recordações e inclusive atitudes em discussões no grupo, mesmo com o distanciamento, onde podemos notar que muitas vezes as pessoas se isentam, se negam ou reagem de forma ríspida quando as coisas não são como elas desejam, a forma de tratar e colocar-se em situações que não contemplam aquilo do jeito e como elas querem, o não querer nem ouvir a ideia do outro.

 

Organizações envolvidas:

Primeiro, a CMC – comissão de mediação de conflitos, que estará com trazendo para o grupo as discussões e materiais para estudo e C.E. – Conselho Escolar e APM – associação de pais e mestres que é nosso principal elo para a participação dos pais/responsáveis.

 

Finalidade:

Propor uma discussão e reflexão a respeito do tema, permitindo ao grupo uma análise conjunta em busca de respeito, melhoria e evolução pessoal, profissional e humana.

 

Objetivos:

Mostrar a amplitude e trazer reflexão sobre o tema além de promover debates e autoanalises sobre o eu, o nós e o outro para tornar o ambiente coletivo mais saudável e respeitoso para todos.

 

Duração:

O tempo necessário para discutir as biografias e sempre que se fizer necessário voltar ao assunto, executar ações até alcançarmos o máximo do mapa dos sonhos elaborado.

 

Ações:

Elaboração do mapeamento, elaboração do mapa dos sonhos, estudo do material do respeitar é preciso, pesquisa de material de apoio, pesquisa de material de comunicação não agressiva, onde todos irão poder colaborar.

 

Avaliação:

Continua e permanente, através de observação, acompanhando o desenvolvimento e progresso dos estudos, discussões e comportamento do grupo, levando em conta a diversidade do grupo e respeitando suas individualidades, mas com foco no respeito mútuo e os direitos de todos.