Tarefa 6 – Curso REP! – Ana Paula picasso Fernandes

Data

30 de julho de 2020

Cursista

Ana Paula picasso Fernandes

Função

Coordenador pedagógico

DRE / Unidade Educacional

Penha

Escola

EMEI general Miguel costa

Cursista: Ana Paula Picasso Fernandes

 

Proposta de ação – “ESCUTA ATENTA E EMPATIA”

 

Tarefa do curso Respeitar é Preciso! – a Educação em Direitos Humanos e a atuação das Comissões de Mediação de Conflitos.

 

 

Justificativa  

 

A proposta de ação terá como base a abordagem e conteúdo do caderno “Mediação de Conflitos”, o curso contribuiu para elucidas meu olhar a Unidade que estou como coordenadora pedagógica, a partir das observações do cotidiano na EMEI a atuação dos adultos mediante os conflitos das crianças. A partir dessa escuta, continuarei no mapeamento sobre os olhares dos adultos para os conflitos, para compreender e atuar de forma construtiva. Trata-se de uma demanda formativa, reflexiva e dialogada referente algumas práticas no cotidiano da unidade, onde há relações humanas existirão os conflitos, por este motivo minhas intenções pedagógicas é subsidiar educadores através de estudos e entendimento desse processo nas relações humanas e como podem contribuir para o desenvolvimento e avanços nas relações de maneira vertical e preventiva. Compreendo que todos os educadores são agentes atuantes e precisam estar envolvidos no processo da Educação em Direitos Humanos, por isso neste plano estão contemplados todos os sujeitos da comunidade escolar, sendo a gestão da unidade, professoras, grupo de apoio, crianças e famílias.

 

 

 Finalidade

 

A intencionalidade desse plano de ação é promover discussões, reflexões, conhecimentos teóricos a partir do caderno “Mediação de Conflito” do curso Respeitar é Preciso, a fim de ampliar o olhar dos educadores, os repertoriando sobre Educação em Direitos Humanos, baseada em valores como a dignidade humana, a justiça, a solidariedade e o respeito mútuo, contribuindo com mudança de algumas práticas cotidianas.

Considerando todos educadores como agentes de transformação e protagonistas, e que todos tem a tarefa de serem mediadores, inicialmente penso na organização dos papeis para esse Plano, sendo  direção e coordenação pedagógica no papel articulador,  os  membros da comissão, multiplicadores e mediadores, as professoras nos horários coletivo balizar teoricamente e trocas de experiências nas mediações nas relações crianças/criança, educadores/criança e educadores/famílias, nas reunião de conselho potencializando a comissão de forma preventiva e formação com equipe de apoio sobre a relação de autoridade ou ausência da mediação perante os conflitos.

Maior desejo é a promoção do princípio da escuta qualificada dos adultos mediante situações calorosas nos conflitos entre as crianças:

“Escutar qualitativamente (para além de ouvir uma

informação, abrir espaço de escuta para o outro,

situar um sujeito de fala com uma história, cultura,

afetos e repertório próprios e singulares;

perguntar para entender melhor e não para culpar).

 

(Caderno “Mediação de Conflito”,pag12)

 

 

 

Objetivos/Resultados esperados

 

Compreendendo que onde há relações humanas, existirão os conflitos, minha intenção pedagógica é contribuir na compreensão das situações cotidianas e mudanças de atitudes dos educadores na mediação dos conflitos e uma atuação preventiva. A compreensão da diferença entre conflito e violência, o cuidado com os rótulos discriminatórios e patologização, que ocorrem de maneira estrutural e inconscientes. Fortalecer a atuação dos membros da Comissão de Mediação de Conflitos, ampliar a divulgação do papel da comissão para as famílias, promover encontros com educadores e comunidade, reuniões de conselho como espaço de diálogo nas perspectivas de EDH, onde todas essas ações resultem em relações baseadas no respeito mútuo, porém conscientes que as ações não se encerram perante relações humanas democráticas.

 

 

Duração 

 

A previsão para este plano, inicialmente entendo como necessário 2 meses, com encontros, reuniões de escuta, embasamento teórico, discussões, reflexões da prática, troca de experiência, com possibilidade de ampliação conforme desenvolvimento e avanços e necessidades de todos os envolvidos.

 

 

 

 Avaliação

 

Através da observação e escuta dos envolvidos, compreendendo que avaliação é permanente e contínua, e não se encerra afinal  “O conflito é o nosso companheiro de jornada mais próximo. É parte integrante da vida e da atividade social”

(pag26 – Caderno Mediação de Conflito).

 

 

 

Observação:

Ficarei imensamente grata, feliz e segura em receber uma devolutiva dos formadores do curso.

Minha admiração por essa equipe, o curso foi de muita qualidade e em diálogo com as práticas ou falta delas.

Gratidão