Tarefa 6 – Curso REP! – Adriana da Silva Schunck

Data

6 de agosto de 2020

Cursista

Adriana da Silva Schunck

Função

Diretor de escola

DRE / Unidade Educacional

Capela do Socorro

Escola

CEU EMEF MANUEL VIEIRA DE QUEIROZ FILHO

 

ADRIANA DA SILVA SCHUNCK

RF 734.942.4-1

EMEF VARGEM GRANDE II

AGOSTO DE 2020

Tarefa: proposta de ações para que todos da escola entrem no processo de EDH

JUSTIFICATIVA

Nos tempos em que temos vividos, com grandes transformações nas ralações humanas, polarização de ideais, choques entre os conceitos de Diretos, em que se admite que o direito de um pode ultrapassar os limites dos diretos do outro se assim for para o seu bem estar. Estamos vivendo uma desconstrução do Significado do Direito que vem totalmente descomprometido dos Deveres.

Neste momento, mais do que nunca, a escola ocupa um papel de destaque em sua participação na formação da sociedade. Somos tomados a pensar quem é esta escola? Para quem é esta escola, o que se espera dela? Um depósito pessoas? Lugar de interações humanas? Qual a qualidade destas interações? Um espaço de troca crescimento ou um lugar que apenas reproduz as relações humanas que transbordam os muros da escola, de desigualdade, desrespeitos e privações de Diretos.  Quem é a minha escola? Qual o seu lugar dentro da comunidade que forma?

Varias questões permeiam estes pensamentos, estas ideias sobre respeito, nos abrem os olhos para situações e ralações vividas de cada indivíduo dentro do espaço escolar. Relações entre adultos e crianças, crianças e crianças e entre adultos. Expõe as feridas e mazelas das pessoas, as dificuldades em assumir suas responsabilidades, reconhecer limitações, contar com o outro para construção de um novo olhar e aí sim lutar por um Direito.

Considerando todos os temas abordados nos estudos do Respeitar é preciso, a primeira questão que nos fazem olhar para a escola é questionar quais são os espaços de efetiva escuta ativa a minha escola coloca em prática?  Em quais momentos minha comunidade tem o espaço para abordar situações e ideias que explicitem dificuldades, interações, ganhos que vivemos nas trocas com pessoas. Que mudanças o movimento de escuta nos exige fazer? Em primeiro momento é necessário enxergar quem é esta minha comunidade, quem é este meu aluno dentro do processo de interação, protagonista do seu estar e ser no mundo ou um irrelevante neste processo? Se o discurso que defendemos seja o de protagonista isso nos faz avaliar em quais momentos se constrói este tempo e espaço de protagonismo. Olhar para a escola, para as salas de aulas que continuam reproduzindo práticas excludentes nos obriga a buscar a construção espaços que transformem concepções.

Pensando em espaços que abranjam estas  possibilidades de provocações e que nos levem a pensar sobre o protagonismo da comunidade dentro do espaço escolar que atinja vários segmentos da escola, se faz necessários ampliar e fortalecer a participação dos indivíduos nos    GRÊMIO/Conselho de Escola /APM. Levando em consideração que estes seguimentos devem se apropriar das tomadas de decisões e encaminhamentos feitos pela gestão escolar de forma democrática e participativa, se faz necessário a formação das pessoas que compõe estes segmentos, com o intuito de qualificar as relações humanas dentro e fora dos muros da escola.

 

OBJETIVOS:

Para que este processo seja construído se faz necessário conhecer a comunidade escolar,  provocar reflexões a cerca do papel que cada um exerce e permitir que suas vozes sejam ouvidas  no sentido de construção de uma nova pratica de ser e estar neste mundo.

DURAÇÃO

As reuniões de Conselho de Escola, APM e Grêmios acontecem no decorrer o ano letivo, uma vez ao mês, totalizando um conjunto de 10 encontros, nestas reuniões são discutidas situações, tomadas de decisões e encaminhamentos a serem dados no percurso da escola, Com o material do curso é possível qualificar estes encontros para se pensar qual escola temos, qual escola queremos. É colocar a prova conceitos como democracia, diretos, respeito mútuo, para isso se faz necessário a apropriação destas ideias e lançar um novo olhar sobre as escolhas e encaminhamentos dados.

AVALIAÇÃO

Avaliação deverá ser continua e dialética, permitir reflexões que avaliem o processo, do percurso construído pelo grupo no decorrer dos estudos.

CRONOGRAMA

Seguir as propostas feitas no caderno Respeito na escola

1. ENCONTRO: Apresentar a proposta de estudos, objetivos, temas a serem abordados e formato dos encontros.

Como a secretaria concebe a Educação em Direitos Humanos e a constituição Comissão de mediação de conflitos.

2. ENCONTRO: Respeito Mútuo e Direitos Humanos

3. ENCONTRO: Direitos Humanos: Mas, afinal, do que estamos falando?

4. ENCONTRO: Educação em Direitos Humanos

5. ENCONTRO: Educação em Direitos Humanos na Escola é responsabilidade de todos.

6. ENCONTRO: Mapeamento; um olhar cuidadoso para a escola

7. ENCONTRO: Mapeamento;

8. ENCONTRO: PLANO DE AÇÃO: É HORA DE AGIR

Curso: RESPEITAR É PRECISO O PROJETO ESTÁ MUITO BEM ESTRUTURADO, CRIANDO POSSIBILIDADES MIL PARA APROFUNDAMENTOS, DEBATES E  CONSTRUÇÃO DE VALORES.