Tarefa 6 – Curso EDH – Sandra Kassia Oliveira da Silva

Data

28 de junho de 2020

Cursista

Sandra Kassia Oliveira da Silva

Função

Auxiluar Tecnico de Educação

DRE / Unidade Educacional

Campo Limpo

Escola

Cei Jd Três Estrelas

Educação Inclusiva.

Escolhi esse tema para ser carro chefe da minha tarefa pois vejo que se enquanto educadores entendermos que quando conseguimos inserir uma criança com necessidades especiais no contexto pedagógico, familiar e social com a dignidade de igualdade de valores, respeito e amparo, a sociedade como um todo tem ganhos.

Se a criança PNE tiver tratamento digno em todos os meios que convive as outras crianças e pessoas ao redor entendem e se acostumam a trata-la como parte e não exceção (desvio de uma regra ou de um padrão convencionalmente aceito).

e quando um individuo cresce respeitando, aceitando e interagindo de maneira natural com crianças e pessoas PNE ele alcança um estilo de vida onde olha para os demais sem superioridade e sim igualdade de valores, direitos, deveres em todos meios de convívio.

Ai é que esta o quão é importante investir e capacitar os profissionais para que consigam se despir do descaso e abraçar com verdade e envolvimento a causa da inclusão.

Essa inclusão agrega também a exclusão de qualquer Pré-conceito que possa surgir no decorrer desse aprendizado, na rotina das crianças. Ela não aprende só a aceitar o PNE mas também a aceitar como seu igual o negro, o índio e todas as culturas que divergem das crenças familiares a qual ela permeia.

A criança passa a entender que toda PESSOA IMPORTA, e que respeito é fundamental.

Os pequenos gestos são fundamentais para esse elo e entendimento, é ajudar o colega que não consegue se levanta p brincar se colocando na condição que ele consegue. (exemplo o colega não fica de pé mas os demais sentam-se ao lado dele e brincam).

Cabe a nós enquanto funcionários educadores ter ações e atitudes que sirvam de espelho para as crianças que nos observam.

Então é meu dever moral, antes de ser uma obrigação profissional, auxiliar aquele que não consegue andar, que não consegue levar a colher a boca, que não consegue subir no balanço, que não consegue se concentrar em atividades, que não consegue se comunicar, ouvir, ver entre outras necessidades; é nosso dever não fazer por eles e sim praticar o auxilio com estímulos constantes de maneira dócil para que não se gere no PNE um trauma, uma frustração e sim uma auto confiança em si mesmo.

Se a tia acredita que eu posso e me estimula então vou continuar tentando e assim vou conseguir. Esse deve ser o sentimento que temos que despertar nos PNE’s.

Talvez a frase quem estraga as crianças são os adultos seja muito real, enquanto adultos muitas vezes é mais fácil afastar os nossos dos PNE’s do que deixar sujar, deixar descobrir o outro e suas limitações.

Temos que aprender a colocar a frente de nossos conceitos a empatia em sua essência e pratica.

Passar pelo contexto pedagógico enquanto educador e não se esforçar p alcançar o beneficio da evolução em prol daqueles que precisão lutar constantemente para  viver em sociedade com igualdade de direitos e respeito é agregar, colaborar e pulverizar elementos  para que a desigualdade social, a vulnerabilidade social e econômica avance mais e mais destruindo assim o direito de considerar e proporcionar ao país em que habita  uma chance de formar cidadãos engajados em evoluir sempre pensando em melhorar o mundo. Mundo esse do qual fazemos parte e colhemos as consequências do que devemos e deixamos de fazer.