Tarefa 6 – Curso EDH – Rafael Fernando Honório

Data

18 de julho de 2020

Cursista

Rafael Fernando Honório

Função

Professor de ensino fundamental II de geografia

DRE / Unidade Educacional

Ipiranga

Escola

Emef gonzaguinha

Tema: O estrangeirismo na escola: a inquietação e dificuldades do professor frente aos alunos com transtornos mentais.

Justificativa: haja vista a incorporação dos alunos classificados como sendo de “inclusão” na escola, nota-se que há uma grande dificuldade em o professor saber lidar com estes alunos. Assim, usaremos os conceitos abordados nas aulas 4 (Educação Inclusiva) e 6 (Produção Social do Sofrimento).

Público alvo: Professores.

Objetivo/ Resultados esperados: Pretende-se chegar à complexificação da discussão sobre o mal estar dos educadores frente à educação dos alunos com transtornos mentais, bem como o desenvolvimento de olhares sob novas perspectivas.

Duração: 7 atividades, sendo 1 por dia, onde as duas últimas serão com intervalos de 1 mês para a avaliação e correção de rumos.

As avaliações que comporão a sequência: Solicitação de devolutivas dos professores frente a percepção da sua atuação com os alunos após o trabalho.

Avaliação (como pretende verificar os resultados): acompanhamento das posturas e práticas dos professores com os alunos e turmas.

Atividade 1: Proposição aos professores que trabalhem com o tema que façam um histórico da sua relação e sua atuação com os alunos com transtornos mentais, apontando o início do trabalho, a impressão inicial, as tentativas de intervenção, de transmissão de conteúdo, etc. Com isso espera-se que o professor possa fazer uma reflexão e reavivar sua atuação, sentimentos, angústias e alegrias.

Atividade 2: compartilhamento das impressões entre os professores. Nesta atividade, buscaremos com que os docentes exponham ao grupo o histórico feito na atividade 1 . Deste modo, a ideia é criar um sentimento de pertencimento de solidariedade, onde os diversos docentes podem se ver nos problemas dos colegas, afastando assim, um sentimento de solidão em suas inquietações.

Atividade 3: Trabalhar as questões que mais aparecem e que incomodam e angustiam o professor: quer seja o fato de o aluno eventualmente não conseguir aprender os conteúdos transmitidos (fazendo com o que o professor duvide de sua capacidade); ou ainda a dificuldade na dinâmica de sala, onde o aluno pode ver-se integrado-isolado dentro do grupo e o professor ter dificuldade para administrar duas “dinâmicas”.

Atividade 4: Discutir o papel versus expectativa do professor dentre do processo de transmissão educativa. Onde podemos ver avanço no trabalho com o aluno com transtornos mentais? Como podemos tratá-lo? Há protocolos pedagógicos?

Atividade 5: Concluir a discussão com o fechamentos das ações bem sucedidas que já foram utilizadas, enfatizando que cada aluno é um aluno, e que para o trabalho com estes, o principal papel do professor é ouvir a demanda específica daquele aluno. Somente ao observar aquele individuou globalmente é que será possível avanços no processo de transmissão educacional.

Atividade 6 e 7: Cada uma destas atividades será feita com intervalo de um mês entre elas de modo a buscar com os professores, as impressões, avanços, dificuldades no olhar e atuação frente aos alunos com transtornos mentais e suas turmas. A expectativa é ouvir os professores e colher impressões, ideias, facilitando a elaboração dos seus conteúdos.