Tarefa 6 – Curso EDH – Patrícia Gandra Carvalho Nascimento

Data

12 de julho de 2020

Cursista

Patrícia Gandra Carvalho Nascimento

Função

Prof ed inf e ens fund 1

DRE / Unidade Educacional

Ipiranga

Escola

Emei Afonso Celso

SEQUÊNCIA DIDÁTICA SOBRE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

 

 PATRÍCIA GANDRA CARVALHO NASCIMENTO

 

Tema proposto: Racismo

Justificativa: Eliminar o racismo de nossa sociedade pois Respeitar é Preciso!

Sequência de atividades para o 2º ano do ensino fundamental I

Finalidade: Respeitar é preciso. Eliminar o racismo de nossa cultura.

Objetivos: identificar e reconhecer o racismo e erradicar tal situação/acontecimento.

Duração: 5 encontros

Gêneros de apoio: Imagens, Declaração Universal dos Direitos Humanos, Relatos de casos.

Avaliação: Trabalhos apresentados. Verificação se os alunos compreenderam a importância da igualdade entre todos.

 

No primeiro momento seriam apresentadas imagens de negros sofrendo preconceito. Racismo. E faríamos uma roda de conversa sobre o assunto questionando: Em que época vocês acham que isso aconteceu? Essas imagens são reais? Foi na escravidão? Por que será que isso aconteceu?

No segundo momento mostraríamos imagens sobre a escravidão. Com uma roda de conversa sobre a época em que isso ocorreu e como se iniciou aqui no Brasil.

No terceiro momento apresentaríamos a Declaração Universal dos Direitos Humanos com os questionamentos: Por que foi preciso fazer essa declaração?  Existe racismo nos tempos atuais? Onde acontece? Em quais circunstâncias. Poderíamos apresentar relatos reais de pessoas que sofreram racismo (tirados da internet).

Relatos tirados do site

(https://www.geledes.org.br/20-relatos-de-racismo-que-parecem-verdadeiras-historias-de-terror/?gclid=Cj0KCQjw6ar4BRDnARIsAITGzlBqwmqCnKbB4DtcxU85oVDvkvalFdRPlDXF-sZsyVFBNgrZn9ftYpQaArVKEALw_wcB)

“Já aconteceu de policiais pararem o carro do meu pai (negro e eu branca de olhos claros), mandarem ele descer rispidamente e me perguntarem se eu estava bem, se estava em perigo ou se era meu pai mesmo. Ao responder com grosseria (não tenho medo), ouvi que não era normal (????) “um preto com carrão e uma loirinha atrás.”

“Disseram que eu tinha que ter tomado leite de magnésia pra minha filha nascer branca. A pessoa tava com ela no colo e ela tinha nascido horas antes.”

“Na alfabetização, uma garota olhou pra mim e disse ‘você não pode sentar aqui, eu não sento perto de gente de cor escura’. Ela também não deixava as outras crianças brincarem comigo. Eu ficava tão isolada que me trancaram no parquinho sozinha e não se deram conta que eu sumi da turma. Detalhe: a única negra numa escola classe média alta. Alisei meu cabelo com 8 anos pelo trauma e demorei anos pra assumir a minha cor”

“Uma vez estava com um amigo negro indo pra casa. Ele estava dirigindo. Me pararam na blitz, pediram pra eu descer do carro e perguntaram se eu precisava de ajuda.”

“Eu estava andando na rua e um menino olhou pra mim e falou pra mãe dele: ‘Nossa mãe, olha o cabelo dela.’ E a mãe dele falou: ‘coitada filho, ela é negra.’”

 

No quarto momento nós discutiríamos o quê seria preciso fazer hoje para evitar o racismo e como poderíamos fazer isso? Sugestão de leitura de livros de empoderamento da cultura negra; valorização dos negros e de suas características.

No último momento seria colocar a mão na massa mesmo. Fabricação de cartazes, exposição de trabalhos, apresentações que valorizem os negros e que cultuem a igualdade entre todos os povos, já que RESPEITAR É PRECISO!

Segue anexo sugestão de imagens que poderão ser apresentadas.

Sugestão para primeiro momento. Racismo nos estádios.

Sugestão para primeiro momento. Os negros como empregados.

Segundo momento. Escravidão

Segundo momento. Escravidão