Tarefa 6 – Curso EDH – Maria Cristina Chacon

Data

7 de agosto de 2020

Cursista

Maria Cristina Chacon

Função

PEB 1

DRE / Unidade Educacional

Jaçanã / Tremembé

Escola

EMEF FREI ANTÔNIO SANTANA GALVÃO

 Projeto Respeitar é Preciso! – Instituto Vladimir Herzog

EDH – Desafios do contexto atual

Cursista: Maria Cristina Chacon

RG 10.725.055-X    –    R.F. 800.1987-1

Prefeitura Municipal de São Paulo

E.M.E.F. Frei Antônio de Santana Galvão – DRE/JT

Agosto – 2020

Tema: A escuta das diferenças no ambiente escolar, e o envolvimento do professor no não ao racismo e na busca das relações saudáveis.

 

Justificativa:

A discriminação na fase de escolarização não é uma concepção atual, e tem raízes históricas bastante profundas.     A escola para muitas crianças é como um espelho sem reflexo e muitas não se sentem representadas no ambiente escolar e dentro do próprio currículo que vê aquele que não é branco como minorias historicamente falando.

Vivenciar episódios de racismo, velados ou não no ambiente escolar, não pode se considerar como uma questão “normal”, assim como não pode continuar atrelada a um processo histórico com privilégios raciais alguns indivíduos.

Se faz necessário uma intervenção de acolhimento, valorização de todos os educandos, sem que estimule um sistema de dominação, com exclusões.

 

Público Alvo:

Todos os alunos e profissionais da escola.

 

Finalidade:

Discutir, refletir e dialogar, as questões raciais dentro e fora do ambiente escolar, tendo como suporte a visão de “diferenças”, que influi na vida de muitos alunos.

Trabalhar a questão pertinente a necessidade uma linguagem focada no combate ao racismo, e educar para as relações que não estimule a desigualdade racial.

 

Objetivo/Resultados esperados:

Combater o preconceito objetivando a igualdade com significado, onde alunos negros não ocupem lugares de desigualdade social dentro do ambiente escolar.

Desmistificar as diferenças colocadas como sentido pejorativo, no que diz respeito a raça, e que muitos carregamos historicamente até hoje.

Fazer com que as crianças percebam os interesses na percepção da cor dos indivíduos, sem discriminação e estímulo a desigualdade, e todos se sintam igualmente representados no ambiente escolar.

 

 Tempo:

Trabalho efetuado a cada ano letivo,

 

 Avaliação:

Deverá ser contínua dentro do ano letivo, feita através de encontros e troca de experiências/vivências entre professores, coordenação, gestão e funcionários da escola, buscando elaborar estratégias de combate aos preconceitos.

Estudo dos casos envolvendo preconceito, através de rodas de conversa com alunos, estipulando condutas para que isso não se caracterize uma prática frequente no convívio entre aqueles que fazem parte da comunidade escolar.