Tarefa 6 – Curso EDH – Karla Munhoz Piciguelli

Data

5 de agosto de 2020

Cursista

Karla Munhoz Piciguelli

Função

DRE / Unidade Educacional

Itaquera

Escola

Emef brigadeiro Correia de Mello

PROJETO HOMOFOBIA      
         
     

RESPONSÁVEL “ATE”

Karla Munhoz Piciguelli

 

I – JUSTIFICATIVA:

 

Intervenções destinadas aos estudantes com a finalidade de combater à homofobia, com intuito de promover uma educação para sexualidade pautada na afetividade, tolerância e respeito.

 

Baseado no Currículo da Cidade, as atividades envolverão diferentes saberes culturais, onde reunirão perspectivas diferenciadas e contextualizadas, produzidas a partir dos contextos, interesses, intenções e ações que acontecem dentro e fora da sala de aula.

A sequência não será linear, mas um conjunto de aprendizagens concomitantes e interconectadas, tendo como característica a clareza, clima e roteiros instigantes aos diálogos, aprendizagem e as trocas de experiências sejam mediadas por conhecimentos amplos e significativos.

Portanto, voltado ao conceito de equidade, compreendendo e reconhecendo as diferenças como características inerentes da humanidade concebidos como um campo aberto à diversidade, respeitando as distintas formas de aprender de cada estudante.

 

 

II – A QUEM SE DESTINA:

 

Estudantes do 6º ao 9º ano, do ensino Fundamental II.

Idade: 12 anos aos 15 anos

 

 

III- FINALIDADE

Respeitando o ambiente escolar como um espaço social, onde a criança e o adolescente aprendem o conteúdo formal, esse projeto tem como finalidade vivenciar experiências no intervalo de forma lúdica e com roda de conversa, onde se almeja levar ao questionamento relativo à tolerância e cidadania, valores e regras de convivência.

 

 

IV – OBJETIVOS GERAIS DO PROJETO:

 

Favorecer o aprimoramento da conscientização ética e moral no desenvolvimento do indivíduo, promovendo o respeito, diálogo e responsabilidades com o outro.

Sabendo-se que não surgem espontaneamente relações humanas e humanizadoras, elas devem ser construídas através do respeito, cooperação mútua e solidariedade, onde o ambiente mais facilitador é o espaço escolar.

Assim, levando os estudantes a conscientização de que a homossexualidade não é doença, distúrbio, ou mesmo perversão, de acordo com a Resolução CFP No 001/1999, amparada pela decisão da Organização Mundial de Saúde (OMS), que em 1990 retirou a homossexualidade da lista de doenças expostas na Classificação Internacional de Doença (CID).

V – DURAÇÃO:

 

O projeto será realizado durante 4(quatro) semanas em todos os intervalos de 20 minutos.

 

VI – PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

 

  • Roda de conversa com pequenos grupos, respeitando o tempo;
  • Alguns grupos que se identificam com LGBTQ+, sobem no palco com cartazes de aceitação.

VII – AVALIAÇÃO

 

A avaliação será feita durante todo o processo, observando a participação e a presença.

BIBLIOGRAFIA:

Resolução CFP No 001/99 de 22 de março de 1999.