Tarefa 6 – Curso EDH – Carina De Souza Cavalcante Mendes

Data

6 de agosto de 2020

Cursista

Carina De Souza Cavalcante Mendes

Função

Professora de educação infantil

DRE / Unidade Educacional

Penha

Escola

Cei parque boturussu

Olá bom dia!!

Estou enviando a minha reflexão do curso que faltou para complementar com as atividades que já enviei.

 

Este curso me proporcionou a reflexão de um olhar mais amplo, pois vivemos em uma sociedade que infelizmente muito preconceituosa, com pensamentos discriminatórios que infelizmente perpetua se em nosso meio.

Devemos respeitar as crianças e adolescentes, oferecer múltiplas possibilidades disso acontecer, desmistificando essas características que o Estado Brasileiro insiste em padronizar como um único modelo de família aquela tradicional. As configurações familiares já existiam a muito tempo, esse curso me fez lembrar a minha infância, fui criada praticamente com os meus avos e tios, passava o tempo todo na creche para que minha mãe pudesse trabalhar e trazer o sustento para casa. Eu não tive um pai presente, então vejo também que as novas configurações familiares já existiam sim, não podemos enxergar os nossos alunos em  único padrão, mas oferecer múltiplas possibilidade construindo uma certa continuidade nesse espaço publico que é a Escola, visto como forma impessoal de aprendizagem preparando a criança para vida publica. Aprendi  que não podemos privar as crianças a experimentar as diferenças, regras, modo de fazer, existir e de  se comportar etc.

A minha visão mudou em relação família e  escola, eu Carina tinha um olhar que o mau comportamento das crianças na escola era culpa das família  que não sabiam educar direito os seus filhos, mas esse curso me fez enxergar o quanto eu estava sendo preconceituosa  pois  muitas famílias principalmente as que tem filhos em escola publicas vivem em situações vulneráveis,  com essa pandemia que estamos passando muitas crianças não tem acesso a internet , sendo nesse momento excludente da sociedade por falta de recursos tecnológico. Mas o interessante é que os governantes não faz nada para dar suporte para essas crianças terem os mesmo diretos, por exemplo, de quem estuda em escola particular, está na hora da sociedade se posicionar e mudar esse quadro exigindo os  direitos que escancaradamente são roubados. Devemos lutar e  possibilitar um ambiente no qual essas crianças seja acolhida, assistida, respeitada, oferecer um ensino de qualidade, valores de vida e respeitando as diferenças. Possibilitando o intermédio da civilização do lar também que as famílias aprendam com essas crianças.

Aprendo aqui que é possível transformar o espaço onde essas crianças estão inseridas, mas as a igualdade tem que ser para todos.

Este curso me proporcionou a reflexão de um olhar mais amplo, pois vivemos em uma sociedade que infelizmente muito preconceituosa, com pensamentos discriminatórios que infelizmente perpetua se em nosso meio.

Devemos respeitar as crianças e adolescentes, oferecer múltiplas possibilidades disso acontecer, desmistificando essas características que o Estado Brasileiro insiste em padronizar como um único modelo de família aquela tradicional. As configurações familiares já existiam a muito tempo, esse curso me fez lembrar a minha infância, fui criada praticamente com os meus avos e tios, passava o tempo todo na creche para que minha mãe pudesse trabalhar e trazer o sustento para casa. Eu não tive um pai presente, então vejo também que as novas configurações familiares já existiam sim, não podemos enxergar os nossos alunos em  único padrão, mas oferecer múltiplas possibilidade construindo uma certa continuidade nesse espaço publico que é a Escola, visto como forma impessoal de aprendizagem preparando a criança para vida publica. Aprendi  que não podemos privar as crianças a experimentar as diferenças, regras, modo de fazer, existir e de  se comportar etc.

A minha visão mudou em relação família e  escola, eu Carina tinha um olhar que o mau comportamento das crianças na escola era culpa das família  que não sabiam educar direito os seus filhos, mas esse curso me fez enxergar o quanto eu estava sendo preconceituosa  pois  muitas famílias principalmente as que tem filhos em escola publicas vivem em situações vulneráveis,  com essa pandemia que estamos passando muitas crianças não tem acesso a internet , sendo nesse momento excludente da sociedade por falta de recursos tecnológico. Mas o interessante é que os governantes não faz nada para dar suporte para essas crianças terem os mesmo diretos, por exemplo, de quem estuda em escola particular, está na hora da sociedade se posicionar e mudar esse quadro exigindo os  direitos que escancaradamente são roubados. Devemos lutar e  possibilitar um ambiente no qual essas crianças seja acolhida, assistida, respeitada, oferecer um ensino de qualidade, valores de vida e respeitando as diferenças. Possibilitando o intermédio da civilização do lar também que as famílias aprendam com essas crianças.

Aprendo aqui que é possível transformar o espaço onde essas crianças estão inseridas, mas as a igualdade tem que ser para todos.

Reflexão sobre o curso.