Tarefa 6 – Curso EDH – Arlete Egawa

Data

9 de julho de 2020

Cursista

Arlete Egawa

Função

Prof. Ensino fundamental e médio ingleso

DRE / Unidade Educacional

Jaçanã / Tremembé

Escola

Emef Frei Galvao

Cursista:

Arlete Egawa – CPF: 535.303.309-49

 

Tema:

Na minha escola todo mundo é igual: Que história é essa?

 

Justificativa, finalidade e público alvo:

O presente projeto surgiu da necessidade de promover um diálogo sobre a diversidade e o preconceito dentro do espaço escolar. A escola é um local singular para o aprendizado da convivência e do respeito ao outro. É dentro deste espaço que encontramos ricas experiências de vida onde ocorrem as mais variadas situações que envolvem o preconceito, a discriminação, a intolerância e os famosos “bullyings” entre os educandos. Assim, tratar do preconceito em sala de aula oportuniza a todos um olhar sobre si mesmo e sobre o outro, conscientizando-os sobre o direito que cada um tem de ser diferente e de ser respeitado nessas diferenças. O projeto foi desenvolvido com alunos do 4º ano do Ensino Fundamental I da escola EMEF Frei Antonio Santana Galvão, em que leciono.

 

Duração:

O projeto foi desenvolvido e concluído em 4 aulas de 45 minutos .

 

Sequência das atividades:

. Iniciei com uma roda de conversa com questionamentos como: todos somos iguais? que diferenças podemos perceber entre as pessoas dentro da escola?

. Depois apresentei o livro Na minha escola todo mundo é igual de Rossana Ramos, com leitura do livro. Realizamos então, um diálogo sobre o livro e o assunto que ele aborda. Palavras como: respeito, solidariedade, discriminação, bullying, tolerância, amor foram abordados no trabalho.

. A atividade final foi apresentado pelos alunos em forma de cartazes, onde cada grupo resumiu em forma de desenhos/figura o que foi aprendido.

Avaliação:

O envolvimento dos alunos foi bastante satisfatório, tanto na discussão sobre o tema, quanto na realização das atividades. O diálogo foi enriquecedor e esclarecedor, uma vez que muitos praticavam ações de preconceito e discriminação com o colega como algo naturalizado dentro do espaço escolar. Perceberam a importância da mudança de suas posturas, e que essa mudança pode influenciar positivamente no relacionamento com o outro, no bom convívio dentro do espaço escolar.

Conclusão:

O projeto contribuiu muito na discussão com os educandos, sobre a diversidade e na conscientização da necessidade do respeito ao próximo e à diversidade encontrada na escola. Foi um momento de aprendizagem para todos. Os educandos conseguiram não só dominar os conceitos, mas também aprender atitudes necessárias para uma convivência harmoniosa na escola e na sociedade.

 

O que eu mudaria, se realizasse o projeto novamente:

Envolveria todos os alunos da escola, trabalhando junto com outros docentes e promoveria espaços de fóruns e debates culminando em uma exposição de trabalhos sobre o tema Educação em Direitos Humanos dentro da escola.