COMENTÁRIOS – Equipe Formadora

Marcado: 

Visualizando 15 posts - 1 até 15 (de 43 do total)
  • Autor
    Posts
  • #12465

    Caras e caros cursistas!

    Conforme os dias vão passando, mais de vocês concluem a aula 1, seguindo adiante no curso. Dessa forma, desde a leitura do nosso querido formador Rogê Carnaval, poucos foram os comentários novos que surgiram por aqui.
    Gostaria, portanto, de destacar um ponto em comum que surgiram nas intervenções feitas aqui de ontem para hoje: a necessidade de que a educação em direitos humanos se dê por meio da prática e nas relações cotidianas na escola. Ou seja, para além da adesão teórica, a EDH requer uma ressignificação do cotidiano e da cultura escolar, implicando ações efetivas que sejam promotoras da igualdade, do respeito mútuo, da valorização da diversidade, do diálogo e da escuta. Para que isso se torne possível, faz-se necessário que a escola se entenda como uma comunidade educativa, debatendo e construindo com cada um de seus atores, coletivamente, o seu projeto de formação.

    Sigamos trocando impressões, reflexões, experiências e perspectivas de análise.

    Um grande abraço!

    #12497
    Alexandra Gomes Mota
    Participante

    Bom dia a todos e a todas.
    Bom, diante das leituras até aqui, vídeos aulas, algumas reflexões fiz e memórias vem a tona. É a primwira vez que, parricipo de um curso sobre DHs e em especial EDHs. Nas escolas públicas e particulares que trabalhei desde 2012, até agora, não tive tal oportinidade. Talvez porque não houve oferta. Mas, ano passado eu tive contato, com alguns artigos e vídeos no yuotube sobre Educação em Direitos Humanos, devido os estudos para conscurso público ser solicitado no edital… enfim, comparrilho aqui com o grupo, umas das vídeos aulas, que de forma resumida e clara, me fez ter uma visão diferenciada para a causa em questão. Espero que agregue os estudos de todos, como agregou para mim.

    #12499
    Alexandra Gomes Mota
    Participante

    Ah e outro anseio pessoal, minha filha em especial, faz algumas críticas negativas, ao governo federal atual, durante algumas discussões, reflexões em família, diante da situação passada, atual e possívelmente futura. Ou seja, numa perspectiva de respeitar é preciso e este, se refere ao respeito sem distinção, mútuo, por não ser uma ideologia e sim Lei, garantindo a dignidade, segurança do indivíduo entre outras. Fica aqui uma pergunta, ele também deve ser respeitado, agradando ou não a população.

    OBS: não entrando em hipótese alguma em mérito político e sim educacional, visando o tema do nosso curso. O objetivo da minha colocação, nada mais é que, acrescentar argumentos aqui em casa, principalmente por ter um casal de adolescentes, onde estão em fase formar opinião. Desde já, agradeço a atenção e compreensão. Aguardo comentários.

    #12506

    Olá! Tive a oportunidade de participar das reuniões da Comissão de mediação de conflito na DRE São Mateus, fiquei fascinada pelo tema, e vi a possibilidade de antes de levar para escola,rever alguns conceitos meus, reformular meus pensamentos e modo de agir, principalmente no que se refere a escuta do outro.Não que seja um ser humano ruim, porém trago julgamentos e saberes do senso comum,que precisam ser revistos. Assim,de forma sólida ,trazer para prática profissional, o que deve fazer parte da vida de forma integral.

    #12615

    Direitos humanos e educação: uma relação indissociável. Igualdade entre as pessoas, fim da opressão e discriminação, justiça, garantia da dignidade, proteção e liberdade.Direitos humanos e educação: uma relação indissociável. Igualdade entre as pessoas, fim da opressão e discriminação, justiça, garantia da dignidade, proteção e liberdade.

    #12631
    Ana Lucia Catão
    Moderador

    Alexandra! A pergunta que não quer calar kkk. Que difícil, não é mesmo? Tivemos um bom tempo de uma reunião entre nós, da equipe, já faz mais de ano, em que discutimos exatamente essa pergunta.

    Talvez hoje seja ainda mais difícil respondê-la, mas é isso: precisamos respeitar a TODAS e TODOS! Sem distinção. Respeito naquilo que tÊm de iguais a nós e naquilo que têm de diferente. Isso não significa, no entanto que devemos concordar com todas/os. `Pelo contrário, podemos e devemos nos indignar com todas as formas de injustiça, discriminação, opressão e demais violências.

    Mas não adianta colocar no sujeito individual todas as mazelas da sociedade. O sujeito é construído pela cultura, pelos encontros com o outro, pela sociedade. Somos todos corresponsáveis pelas ações de todos os sujeitos. Se temos horror ao que alguém fala ou faz, precisamos perceber que ele fala e faz isso porque construímos socialmente a possibilidade de alguém falar o agir dessa maneira.

    Por isso Educação em Direitos Humanos, para que todos os seres humanos tenham os valores dos direitos humanos como referência ética para suas falas e ações.

    #12653

    Boa Tarde!
    Estive fazendo algumas reflexões depois de ler e assistir ao material disponibilizado e cheguei a conclusão do quanto tenho que aprende ainda.
    Tento ser justa sempre que possível, mas percebi que muitas vezes deixo de ser. não por maldade, mas por não perceber e deixar que o achismo, o censo comum fale mais alto.
    É difícil, não sei se conseguirei ser 100%, mas com certeza já está havendo muitas mudanças em meu modo de pensar e que irão se refletir nas minhas atitudes e práticas também.
    Como educadora, penso que agora terei um novo discurso, baseado na minha atitude e na minha vida e é o que realmente precisamos de atitudes e pensamentos dignos, uma educação continuada para que as pessoas que nos enxergam consigam também ter suas mentes abertas e voltadas para essa dignidade.

    #12709
    Tiemi Okimura Kerr
    Participante

    Agradeço essa oportunidade de estudo sobre a Educação em Direitos Humanos, pois considero importante a reflexão desde os conceitos até a sua aplicação.
    Aproveito para sintetiza-la como a formação de uma cultura de respeito à dignidade humana através da promoção e da vivência dos valores da liberdade, justiça, igualdade e solidariedade, cooperação, tolerância e paz.
    Considero que os princípios fundamentais abordados pela professora Maria Victoria são: a educação permanente, voltada para a mudança e a ensino de valores e não apenas transmissão de conhecimento, deve-se atingir a razão e a emoção.

    #12723

    Interessante e desafiador compreender que Educação em Direitos Humanos não se faz com ações pontuais, mas sim com ações cotidianas que reverberem nas práticas pautas nos princípios, considerando que todo ser humano é detentor de direitos.

    #12749

    É a primeira vez que participo de um curso sobre diretos humanos, porém sempre gostei de ler sobre o assunto para refletir e principalmente tentar colocar um pouco em prática, tentando deixa de lado o pré conceito, que muitas vezes são impostas as nossas mentes desde pequenos. |Por isso acredito que as ações são fundamentais para o apredizado de qualquer área, e os direitos humanos não é diferente, pois somos espelhos para as crianças/alunos para o aprendizado efetivo.

    #12755

    Boa noite!
    Está sendo muito gratificante participar desse curso, principalmente porque estamos em um momento de muita reflexão e um dos questionamentos que tenho me feito está intimamente ligado ao conceito de Direitos Humanos_ Será que nos tornaremos melhores, depois que tudo isso acabar? Será que irei me esforçar mais, para me tornar uma pessoa melhor para mim e para os outros? Enfim, o tema por si só já suscita uma reflexão profunda.

    #12776

    Trabalho na EMEF Marcos Mélega DRE JT e lá temos duas iniciativas bem interessantes que são totalmente ligadas aos direitos humanos.
    A primeira é o colóquio em direitos humanos que organizamos anualmente e que já vai para sua quinta edição. Nesse colóquio, alunos dos anos finais do EF2 de nossa escola e de outras escolas da região são convidados para uma manhã de conversas e debates, com palestras de professores e pessoas convidadas sobre um tema que é escolhido a cada ano. Os alunos têm oportunidade de fazer perguntas, ouvir diferentes opiniões e fazer esse intercâmbio com outros alunos de outras escolas, o que é muito gratificante. Já abordamos nazismo, ditadura militar, mulher, trabalho, indígenas e convido a todos para experimentar organizar algo assim em suas unidades.
    A segunda iniciativa que coordeno no contraturno, projeto do mais educação sp, é o Coletivo Rede Semente, um grupo de escuta coletiva de jovens e seus relatos de vida, suas histórias, que atende os alunos que estão em situação de vulnerabilidade emocional. Esse grupo atua desde 2017 e já atendeu mais de 170 jovens entre 12 e 16 anos. A experiência é incrível e posso partilhá-la em detalhes com que tiver interesse.
    Caso queiram ler o artigo que escrevi sobre essa iniciativa, está disponível em:
    https://revistahermes.wixsite.com/hermes24

    #12799
    Luana Arakaki Ramos
    Participante

    Está sendo um ampliar de horizontes esse curso para mim. Sempre me questionei quanto a abertura da escola, a quem ela serve e como… Me formei professora pensando na possibilidade de construir uma escola diferente, que ouvisse os alunos e famílias que nela aprendem e ensinam, mas me deparei com um sistema bastante engessado e com uma grande dificuldade de diálogo. Ainda mora em mim, essa vontade de trazer todos pra conversa, entender suas falas, seus questionamentos e fazer da escola esse espaço de respeito e transformação que sempre busquei. Faço parte do grupo de mediação de conflitos e gostaria muito de levar todo esse conhecimento para minha escola.
    Achei muito interessante a experiencia da prof. Daniela acima e gostaria de conhecer outras práticas feitas em outras escolas.

    #12807

    Meu nome é Elza, estou lotada atualmente na Emef Cleomenes Campos.
    Falar em direitos humanos é essencial para qualificar as relações entre todas e todos. Perceber as singularidades dos diversos grupos é essencial para termos olhares que representem a todes. A Gunga é muito feliz ao dizer que os direitos humanos estão representados muito mais nas nossas ações cotidianas. E como o papel do professor é essencial na formação dos estudantes nessa concepção. Uma vez que aquilo que falamos e fazemos torna-se, muitas vezes, a referência para a criança e o adolescente.
    A democracia necessita dos direitos humanos para que haja a representatividade de todos. Uma vez que, quando os direitos não são garantidos, há o silenciamento e até o extermínio de diversas parcelas da população. Diante da garantia de direitos é possível a manutenção e aprofundamento do controle popular.

    #12830

    Para se falar em Direitos Humanos devemos ter clareza de qual concepção! É fácil dizer que preza pelos direitos de todos, mas na prática faz totalmente ao contrário. Com as aulas percebi o quanto temos paradigmas a quebrar e mudar algumas posturas.

Visualizando 15 posts - 1 até 15 (de 43 do total)
  • O fórum ‘Aula 1 – Direitos Humanos e Educação em Direitos Humanos’ está fechado para novos tópicos e respostas.