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Crianças de Terreiro

Cena do documentário "Crianças de terreiros, redes educativas e diferenças"

Cena do documentário "Crianças de terreiros, redes educativas e diferenças"

Pesquisa revela cotidiano de crianças do Candomblé e os preconceitos que sofrem nas escolas

A carioca Stela Guedes Caputo estuda a relação das crianças com o Candomblé há mais de 20 anos. Na pesquisa que originou o livro “Educação nos terreiros: como a escola se relaciona com crianças de Candomblé” (RJ, Pallas, 2012), a professora da UERJ estudou a discriminação que estas crianças e adolescentes sofrem por parte de professores e colegas. Em comparação com a liberdade e valorização que constatavam nos terreiros, a escola aparecia para estes jovens como um lugar de intimidação e vergonha.

Nesta entrevista de 2012, ela compartilha algumas das descobertas que fez e relata histórias de vida que marcaram seu livro.

Em 2017, o Grupo de Pesquisa Kékeré/UERJ, coordenado por Stela, lançou o vídeo “Crianças de terreiros, redes educativas e diferenças”. Iniciado em 2012, as filmagens e roteiro deste documentário tiveram a participação das crianças e jovens retratados em seu cotidiano.

“Gostamos de pensar que professores e professoras poderão usar nossa produção para conversar sobre uma escola mais justa, laica e plural onde as crianças e jovens de terreiros não sejam discriminadas”.

***

SAIBA MAIS:

“Escola é o espaço onde crianças de religiões afro mais se sentem discriminadas, afirma pesquisadora” – Entrevista de Stela Guedes ao Portal Aprendiz.

“Para pensar a educação e o ensino de… relações, conflitos e busca de caminhos em comum” – Artigo escrito com Nilda Alves, sobre terreiros como “redes educativas”.

 

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