Como combater a indisciplina e as incivilidades?
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Como combater a indisciplina e as incivilidades?

Microviolências, indisciplina… Quando as consideramos desrespeito?

Apenas quando atingem a nós, adultos?

O que fazer?

Conter ou educar?

Assista ao vídeo e veja o que dizem os especialistas Yves de La Taille e Telma Vinha, em entrevista para a Revista Nova Escola.

2 Comentários

  1. Mariolinda Cruz de Araujo disse:

    Será que a violência aumentou ou ela é mais divulgada? Como também na atualidade sabe-se que a violência não é só um ato de agressão física e que existi diversas foram-nas de violência até a cilenciosa que fere a moral do outro. Trabalho com crianças pequenas e já observo em algumas o comportamento citado no vídeo pela a Telma crianças que passa batendo nas outras e quando corrigidas sorri e se acha uma gracinha aí tem quem diga é porque é criança só tem 3 anos.

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  2. Ronaldo José da Silva disse:

    A indisciplina e a violência é resultado de um conjunto de fatores. É muito comum, em grande parte das escolas, tentar minimizar as causas da indisciplina e da violência, o que não contribui para a solução dos problemas. Diante de um quadro generalizado, no qual a violência em todos os seus sentidos se torna cotidiano, o melhor caminho é um diagnóstico geral, ouvir todos os segmentos – pais ou responsáveis, professores, funcionários, gestores e alunos – para analisar quais situações ou fatores são os principais responsáveis.
    Diante do diagnóstico vem o segundo passo: promover um conjunto de ações para melhorar o convívio escolar. As ações e projetos deverão ser consistentes e contínuos, não podem acabar no ano seguinte; precisam se fortalecer ao longo dos anos.
    A escola que possui projetos voltados para o convívio escolar com ações coletivas bem trabalhadas, no decorrer do ano os problemas de violência e indisciplina vão diminuindo, tornando-se pontuais. Caso isso não aconteça, é sinal de que algo precisa ser revisto, rediscutido. Se a indisciplina e a violência está aumentando é fundamental a parada para a reflexão, antes que todos os demais projetos da escola sofram as consequências.
    Em muitas escolas o que se vê é a demora em solucionar problemas que a princípio não são tão graves, mas com o tempo vão se multiplicando e se generalizando.
    A equipe gestora e os professores precisam estar atentos e agir com rapidez, não deixando que os problemas se multipliquem.

    O restante deste texto se encontra no livro que escrevi…”Escola pública – não há milagres nem mágicas”
    É a minha contribuição para o debate.

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